- CPMI do INSS lê relatório de mais de quatro mil páginas, elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar, com 218 indiciados.
- A sessão desta sexta-feira (27) foi marcada por bate-boca: Lindbergh Farias chamou Gaspar de estuprador; o relator rebateu, afirmando ter “estuprado corruptos”.
- Gaspar citou, ao iniciar a leitura, trecho de 2018 da defesa de Luís Roberto Barroso em relação a Gilmar Mendes.
- A sessão foi suspensa por quinze minutos para aguardar a continuidade da leitura do relatório, que ainda não foi concluída.
- O presidente da CPMI, senador Carlos Viana, afirmou que o povo tem o direito de saber o que ocorre na comissão e manteve a leitura em curso.
A CPMI do INSS realizou a leitura do relatório elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar, que soma mais de quatro mil páginas. A sessão ocorreu nesta sexta-feira, 27, em meio a tensão entre parlamentares. O objetivo é discutir o documento com 218 indiciados.
Durante o início da leitura, Gaspar citou trecho de uma decisão de autoridade do STF de 2018. A referência gerou reação entre os presentes, com provocações entre aliados e opositores. O clima passou a ser de bate-boca institucional, sem interrupções imediatas da sessão.
O presidente da CPMI, senador Carlos Viana, afirmou que a sessão seguiria para que o relatório fosse lido, justificando a escolha pelo direito do público de acompanhar os rumos da comissão. A leitura, em função do volume, não aconteceu de forma integral de imediato e a votação tende a ocorrer ainda nesta sessão.
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