- STF derrubou a liminar do ministro André Mendonça que prorrogava a CPMI do INSS, apontando crise institucional, segundo Creomar de Souza, CEO da Dharma Politics.
- Em entrevista ao WW, ele afirmou que o episódio rompe a confiança e o compromisso entre os Poderes.
- O analista diz que há um ciclo de acusações mútuas entre Legislativo e Judiciário, com o STF reclamando de práticas do Legislativo que ele também adota.
- Creomar descreve o momento como uma tempestade perfeita, com crises institucionais, políticas, decisórias e internacionais no Brasil em 2026.
- A solução, na visão dele, depende de liderança capaz de restabelecer compromissos mínimos e as prerrogativas constitucionais de cada ente, promovendo o reequilíbrio institucional.
O STF derrubou a liminar de André Mendonça que prorrogava a CPMI do INSS. A decisão ocorreu nesta semana e é analisada como indicativo de crise institucional, segundo Creomar de Souza, CEO da Dharma Politics. Ele afirma que o episódio afeta o diálogo entre os poderes.
Souza ressalta que houve ruptura na lógica de convivência democrática, com perda de confiança entre as esferas. O analista aponta um ciclo de acusações mútuas entre Legislativo e Judiciário, em que cada poder critica o comportamento do outro.
Ele descreve a situação como uma tempestade perfeita para o Brasil, com crises institucionais, políticas, decisórias e internacionais. A visão é de que perspectivas dependem de uma liderança capaz de estabelecer compromissos mínimos entre as instituições, para evitar agravamento da tensão entre poderes.
Para superar o impasse, o especialista defende o reestabelecimento de prerrogativas constitucionais e de um controle mínimo entre entes institucionais. Sem esse reequilíbrio, o cenário de tensão entre os poderes tende a se intensificar.
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