- O PT apresentou, em 27 de março de 2026, um relatório paralelo à CPMI do INSS para tentar obstruir a votação do parecer oficial.
- O parecer oficial, assinado pelo deputado Alfredo Gaspar, recomenda o indiciamento de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula, por supostas irregularidades em contratos com a Previdência.
- O relatório alternativo, liderado pelo deputado Rogério Correia, amplia a lista de investigados para cerca de duzentos e setenta nomes e concentra ações no senador Flávio Bolsonaro.
- Ao protocolar voto em separado com mais de 1.800 páginas, a bancada petista busca adiar o desfecho da CPMI e impedir a aprovação do relatório que envolve a família do presidente.
- A íntegra está disponível em PDF com 35 MB para leitura.
O PT entregou nesta sexta-feira, 27 de março de 2026, um relatório paralelo à CPMI do INSS. A manobra visa obstruir a votação do parecer oficial, elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar, do PL. O relatório autorizado recomenda o indiciamento de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
O documento alternativo, liderado pelo deputado Rogério Correia, do PT de Minas, amplia a lista de investigados para cerca de 270 nomes. Entre os visados está o senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, que recebe foco central na estratégia petista.
Ao protocolar o voto em separado, com mais de 1.800 páginas, o PT busca adiar o desfecho da CPMI e impedir a aprovação do relatório que envolve a família do presidente. A íntegra do material foi disponibilizada para leitura, sem extrapolar o foco no que já consta no andamento da comissão.
Contexto da CPMI do INSS
A peça apresentada pelo PT ressalta pontos de divergência com o relatório oficial, apresentando linha de investigação diferente da proposta que aponta responsabilidades de sob controle da Previdência. A arena parlamentares permanece em tramitação, com unrealidade de prazos para votações durante a comissão.
Segundo apuração, a manobra ocorre em um momento de acirramento entre bancadas e de apuração de contratos com a Previdência Social. Entre os nomes mencionados, além de Lulinha e Flávio Bolsonaro, aparecem autoridades públicas e empresários ligados aos contratos denunciados.
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