- A base governista na CPMI do INSS entregou um relatório paralelo indicando o indiciamento de 130 pessoas, entre elas o ex-presidente Jair Bolsonaro.
- O documento aponta Bolsonaro como indiciado por furto qualificado contra idoso, organização criminosa e improbidade administrativa; Flávio Bolsonaro seria indiciado por organização criminosa.
- O relatório crítico reage ao parecer do relator Alfredo Gaspar (PL-AL), que havia sugerido o indiciamento de Fábio Luís da Silva, o “Lulinha”.
- Além dos indiciados, o relatório encaminha à Polícia Federal 71 nomes para aprofundar investigações, sendo 62 pessoas físicas e nove pessoas jurídicas.
- A coletiva de imprensa contou com o líder governista Paulo Pimenta (PT-RS.
O relatório alternativo da base governista na CPMI do INSS aponta indiciamento de 130 pessoas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. A apresentação ocorreu nesta sexta-feira (27) como resposta ao parecer do relator Alfredo Gaspar (PL-AL). O documento sustenta as acusações contra os indiciados, com foco em eventuais desvios envolvendo benefícios previdenciários.
Entre os indiciados, o ex-presidente Jair Bolsonaro é apontado pelos crimes de furto qualificado contra idoso, organização criminosa e improbidade administrativa. Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, também integra a lista, sendo indiciado por organização criminosa. O material apresentada pela base governista difere do parecer do relator, que indicou ainda o indiciamento de Fábio Luís da Silva, conhecido como Lulinha.
Em coletiva de imprensa, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), líder da base governista na CPMI, afirmou que o ex-presidente seria o “chefe do esquema criminoso” ligado a supostos desfalques de recursos de aposentados.
Além dos 130 nomes, o relatório paralelo encaminha à PF 71 referências para aprofundamento das investigações, sendo 62 pessoas físicas e nove pessoas jurídicas.
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