- Grupo ligado ao ministro Guilherme Boulos afirma que vai permanecer no PSOL nas eleições de 2026, mas avalia deixar a sigla após o pleito.
- Fontes ouvidas pela CNN Brasil dizem que a saída neste momento poderia colocar o PSOL em risco de não superar a cláusula de barreira.
- A corrente é vista como isolada, com base de apoio menor e defendendo uma federação com o PT; a soma foi derrotada pelo partido.
- Nomes como Erika Hilton, Pastor Henrique Vieira, Carlos Gianazzi e Rick Azevedo integram a corrente de Boulos.
- A divergência ocorreu na discussão sobre formar ou não uma federação com o PT; o PSOL continua federado com a Rede.
O grupo político ligado ao ministro Guilherme Boulos comunicou nesta sexta-feira, 27, que continuará no PSOL nas eleições de 2026, mas avalia deixar a sigla após o pleito. A informação foi divulgada por fontes próximas ao ministro à CNN Brasil.
Segundo as fontes, a saída neste momento colocaria o PSOL em risco de não superar a cláusula de barreira, que restringe a atuação parlamentar de partidos com menor performance eleitoral. A avaliação interna é de que o PSOL estaria isolado e sem base popular suficiente.
Nomes alinhados com a corrente de Boulos incluem Erika Hilton, Pastor Henrique Vieira, Carlos Gianazzi e Rick Azevedo, que lidera o movimento contra a escalada 6X1. A divisão interna ocorreu devido à divergência sobre a formação de uma federação com o PT.
Divergência sobre federação com o PT
A corrente de Boulos era favorável à federação com o PT, mas o grupo foi derrotado na análise interna. Atualmente, o PSOL permanece federado com a Rede, conforme decisão recente.
De acordo com as propostas discutidas, a corrente pode manter a filiação ao PSOL até as eleições de 2026 e, depois disso, reavaliar se permanece na sigla ou adota novo caminho político. A reportagem apura os desdobramentos com membros da direção e parlamentares ligados ao grupo.
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