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PT envia relatório paralelo à PF e STF, CPI o ignora

PT envia relatório paralelo à PF e ao STF após CPMI ignorá-lo; documento amplia lista de investigados para cerca de 201 nomes e envolve Flávio Bolsonaro por lavagem de dinheiro

O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) disse que Bolsonaro é “chefe do esquema criminoso que roubou bilhões de reais dos aposentados”
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  • PT afirma que enviará ao ministério público e ao Supremo relatório paralelo da CPMI do INSS, ignorado pela comissão.
  • CPMI rejeitou o indiciamento de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em votação de 19 a 12.
  • Relatório alternativo do PT amplia lista de investigados para cerca de 201 nomes e aponta foco em Flávio Bolsonaro por lavagem de dinheiro.
  • PT protocolou voto em separado com mais de 1.800 páginas para tentar adiar o desfecho e impedir aprovação do parecer da maioria.
  • PT sustenta que o esquema de corrupção teve início em 2017 e se consolidou no governo de Jair Bolsonaro, com menção a Onyx Lorenzoni e Tarcísio de Freitas na acusação de financiamento de campanhas.

O PT informou neste sábado que enviará à Polícia Federal e ao Supremo Tribunal Federal um relatório paralelo, ignorado pela CPMI do INSS. O objetivo é comprovar, segundo o partido, irregularidades no tratamento do caso.

A CPMI analisou o desvio de aposentadorias no INSS, com o relator Alfredo Gaspar e 21 pessoas sob investigação. O grupo pediu prisão preventiva para os indiciados, com base em crimes como corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

A comissão rejeitou o indiciamento de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. A votação teve 19 contrários e 12 favoráveis.

Relatório paralelo e mudanças no quadro

O PT protocolou na sexta-feira um relatório alternativo que amplia a lista de investigados para cerca de 201 nomes. O documento aponta o senador Flávio Bolsonaro como alvo de indiciamento por lavagem de dinheiro.

Ao apresentar o voto em separado, a bancada petista busca adiar o desfecho da CPMI e impedir a aprovação do parecer da maioria, segundo a própria legenda.

O PT sustenta que houve decisão política da presidência da CPMI, afirmando que o relatório alternativo traz dados que comprovam que o esquema teve início em 2017 e se consolidou no governo Bolsonaro.

A quem envolve e o desdobramento

O PT defende o indiciamento de Bolsonaro, Onyx Lorenzoni e Tarcísio de Freitas, apontando operações para financiar campanhas. Flávio Bolsonaro consta na lista por lavagem de dinheiro, segundo o relatório paralelo.

Paulo Pimenta, do PT, afirmou que Bolsonaro seria o chefe do esquema que supostamente prejudicou aposentados, com impacto bilionário. O desfecho da CPMI segue em aberto, com desdobramentos judiciais.

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