- Lula tem 51% de desaprovação e 26% de aprovação, em pesquisa realizada entre os dias 21 e 23 deste mês.
- Compare com Bolsonaro em 2022: 50% de reprovação e 29% de aprovação aos seis meses da eleição.
- Desgaste de Lula é associado a escândalos envolvendo o INSS e o Banco Master, com impactos em aliados próximos e familiares.
- Bolsonaro foi o único presidente em exercício a perder uma reeleição; a possibilidade de segundo mandato passou pela emenda de 1997.
- Outra sondagem do PoderData aponta 61% de desaprovação, 31% de aprovação, com queda de oito pontos percentuais em relação a 2024.
O Brasil vive um momento de avaliação negativa do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, a dois terços do início do segundo mandato. Dados divulgados pelo portal Poder360 apontam que, entre 21 e 23 deste mês, 51% dos brasileiros classificam o desempenho como ruim ou péssimo.
Apenas 26% veem a atuação do presidente como ótima ou boa. Em comparação, há quatro anos, no mesmo estágio da corrida, o então presidente Jair Bolsonaro tinha 29% de avaliação positiva e 50% negativa. A pandemia e a inflacionação moldaram esse cenário para Bolsonaro.
Os números de Lula refletem desgaste ligado a investigações envolvendo o INSS e o Banco Master, com repercussões entre aliados próximos e parentes, como o irmão Frei Chico e o filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
Historicamente, Bolsonaro foi o único ocupante do cargo a perder uma tentativa de reeleição após a criação de uma emenda constitucional em 1997, que permitiu a reeleição. A emenda foi promulgada no governo de Fernando Henrique Cardoso.
Em 2006, quando ainda vivia a expectativa de reeleição, Lula registrou perfil semelhante de aprovação em relação à reprovação, com 44% de aprovação e 17% de desaprovação, segundo dados históricos citados na análise.
Paralelamente, pesquisa recente do PoderData aponta alta desaprovação a Lula, com 61% dos entrevistados dizendo não aprovar o seu governo. Em 2022, a desaprovação chegava a 50%.
Atualmente, 31% dos eleitores aprovam o presidente, enquanto 61% desaprovam, mantendo a tendência de queda observada nos últimos anos. A variação aponta para um desafio político relevante na conjuntura eleitoral.
As informações são oriundas de levantamentos conduzidos pelo Poder360 e pelo PoderData, que monitoram a opinião pública nas semanas que antecedem a eleição. As fontes destacam números de rejeição e aprovação para o desempenho do presidente.
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