- Em 1989, o deputado Caiado foi candidato pelo PSD à presidência, recebendo 0,72% dos votos válidos (488,8 mil) no primeiro turno.
- Ele disputou a vaga com 21 candidatos de 22 partidos criados após a ditadura militar.
- O total de votos válidos na eleição foi de 67,6 milhões; Caiado não foi ao segundo turno.
- O segundo turno ocorreu entre Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Collor; Collor ganhou com 53,03% dos votos válidos.
- O ano marcou a primeira eleição direta depois da Carta Magna de 1988, e, no plano mundial, caiu o Muro de Berlim, símbolo da Guerra Fria.
Caiado foi candidato à Presidência pelo PSD em 1989, disputando a vaga no Palácio do Planalto. Recebeu 0,72% dos votos válidos, equivalentes a 488,8 mil eleitores no primeiro turno, em uma eleição com 67,6 milhões de votos válidos. O pleito reuniu 22 partidos criados após a ditadura.
O deputado disputou a presidência ao lado de 21 candidatos, em um cenário de 22 legendas novas. Durante o debate da Band, defendeu produtores rurais, reforma administrativa e redução do tamanho do Estado. Como ficou abaixo de 1% dos votos, não avançou ao segundo turno.
No segundo turno, Lula (PT) enfrentou Fernando Collor, que venceu com 53,03% dos votos válidos. O pleito de 1989 marcou a primeira eleição direta após a promulgação da Constituição de 1988, encerrando a chamada ditadura.
Contexto histórico e mundial
A ditadura militar no Brasil terminou em 1985, abrindo caminho para eleições diretas pela primeira vez desde então. Em 1989, houve a primeira eleição direta após a nova Constituição. Internacionalmente, o ano ficou marcado pela queda do muro de Berlim, símbolo da Guerra Fria e da mudança de poder na Europa. Fontes de cobertura citam dados da eleição e do contexto histórico.
Entre na conversa da comunidade