- Nos dois primeiros meses de 2026, São Paulo registrou 55 feminicídios, ante 42 no mesmo período de 2025, aumento de 31%.
- O enfrentamento ao feminicídio é realizado com ações integradas de prevenção e repressão, incluindo monitoramento de agressores e fortalecimento de redes de proteção às mulheres.
- O governo estadual ampliou políticas públicas, com 143 Delegacias da Mulher e 173 salas de DDM em unidades policiais.
- Foi criada a Cabine Lilás em unidades do Copom, com policiais femininas treinadas para receber denúncias; já foram atendidas cerca de 25 mil pessoas e registradas 123 prisões em flagrante por descumprimento de medidas protetivas.
- O aplicativo SP Mulher Segura permite georreferenciamento de vítimas e agressores, registro de boletins de ocorrência e acionamento emergencial da polícia.
No primeiro bimestre de 2026 São Paulo registrou 55 feminicídios, frente a 42 no mesmo período de 2025, um aumento de 31%. Os números são compilados pela SSP (Secretaria da Segurança Pública).
Segundo a delegada Cristine Nascimento, titular da 1ª Delegacia de Defesa da Mulher, o enfrentamento ao feminicídio ocorre por meio de ações integradas de prevenção, repressão e monitoramento de agressores.
A SSP destaca ainda políticas públicas ampliadas para proteção às mulheres, como o aumento de Delegacias da Mulher, que hoje totalizam 143 unidades, e a criação de 173 salas de DDM em unidades policiais.
Outra medida mencionada é a Cabine Lilás, instalada em unidades do Copom, com policiais femininas treinadas para receber denúncias de violência doméstica, registrando atendimentos e prisões.
O governo cita também ferramentas tecnológicas, como o app SP Mulher Segura, que permite georreferenciamento, registro de boletins de ocorrência e acionamento emergencial da polícia.
Pelo conjunto de ações, a SSP afirma que melhorias estruturais e de parceria entre áreas da administração ajudam a reduzir o feminicídio, ainda que o desafio permaneça com números elevados.
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