- Rogério Marinho, à CNN, afirmou que o governo Lula pratica política fiscal irresponsável e eleitoreira, gerando desarranjo nas contas públicas desde 2023.
- Ele disse que, em 2022, sob Jair Bolsonaro, o poder de compra era mais relevante do que hoje e que houve repúdio entre a população mais pobre, especialmente no Nordeste.
- O senador associou esse repúdio a promessas não cumpridas, citando a expressão “cervejinha e picanha” para descrever a percepção do governo.
- Sobre o plano de governo de Flávio Bolsonaro, Marinho ressaltou a necessidade de política fiscal responsável e comentou que o orçamento público precisa de equilíbrio, alegando incompetência da gestão atual.
- Também criticou aumentos de tributos na gestão de Fernando Haddad e afirmou que a dívida pública pode chegar a quase 1,5 trilhão de reais; a CNN pediu posicionamento do Planalto.
O senador Rogério Marinho, coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, afirmou à CNN que o governo Lula pratica uma política fiscal irresponsável e eleitoreira. A declaração foi dada nesta terça-feira (31), em entrevista publicada pela emissora.
Marinho disse que a política fiscal desde 2023 gerou repúdio entre a população de renda mais baixa e que, em 2022, o poder de compra era maior sob o governo anterior. Ele citou a expressão da população nas regiões Nordeste e Sudeste, sem reproduzir termos pejorativos.
Sobre a proposta de Flávio Bolsonaro, o senador defendeu uma política fiscal mais responsável, usando comparação com orçamento doméstico para sustentar que gastos acima da receita geram desequilíbrio. Ele afirmou que as contas públicas estão desarranjadas e que é necessária prudência.
Ainda segundo Marinho, houve aumentos de tributos durante a gestão de Fernando Haddad no Ministério da Fazenda, e ele disse que a resposta dos eleitores virá nas urnas em outubro. Ele criticou o atraso de decisões do Banco Central sobre a taxa básica de juros.
O parlamentar afirmou que o acúmulo projetado de dívida pública poderia chegar a aproximadamente 1,5 trilhão de reais, atribuindo esse cenário a um governo considerado irresponsável. Ele disse que investir no Brasil fica menos atraente diante dessas condições.
A CNN procurou o Palácio do Planalto para comentar as falas de Marinho e aguarda retorno oficial. As informações ainda não têm confirmação de autoridades do governo.
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