- O governo confirmou a saída de dezoito ministros para a disputa eleitoral; até agora, quatorze já anunciaram a desincompatibilização, e quatro ainda devem informar “nos próximos dias”.
- O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, deixará o cargo para concorrer ao governo de São Paulo; quem assume é o ex-secretário-executivo Dario Carnevalli Durigan.
- O chefe da Casa Civil, Rui Costa, também deixará o posto para tentar o Senado pela Bahia; assume a secretária-executiva Miriam Belchior.
- O ministro da Educação, Camilo Santana, deve disputar o Governo do Ceará; o substituto será Leonardo Barchini.
- A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, deixou o cargo para tentar a reeleição como deputada federal; Eloy Terena assume interinamente.
À véspera do prazo de desincompatibilização, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a saída de 18 ministros. Do total, 14 já confirmaram a saída, e outros quatro devem informar a decisão nos próximos dias. A medida atende ao calendário eleitoral que exige afastamento até este sábado, 4 de outubro.
Entre os casos confirmados, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, deixa o cargo para concorrer ao governo de São Paulo. O posto será ocupado por Dario Carnevalli Durigan, ex-secretário-executivo. Rui Costa, chefe da Casa Civil, também se afasta para disputar o Senado pela Bahia; Miriam Belchior assume a pasta interinamente.
O Ministério da Educação terá o ex-governador Camilo Santana como candidato ao Governo do Ceará, com Leonardo Barchini como substituto. Sonia Guajajara deixa a pasta dos Povos Indígenas para tentar a reeleição como deputada federal; Eloy Terena assume o cargo. Outros nomes já confirmaram saída sem substituto definido.
Mudanças e cenários
Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, permanece sem substituto definido. Carlos Fávaro, da Agricultura, busca a reeleição ao Senado por Mato Grosso. Simone Tebet, do Planejamento, confirmou a candidatura ao Senado por São Paulo.
Entre as especulações, Renan Filho (Transportes) pode disputar o Governo de Alagoas, e Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional) é cotado para o Senado pelo Amapá. Marina Silva (Meio Ambiente) é cogitada para o Senado, assim como Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) para o Senado pelo Paraná.
Outros movimentos
Jader Filho (Cidades) pode concorrer a deputado federal pelo Pará. André de Paula (Pesca) aponta para uma vaga na Câmara por Pernambuco. Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) deve disputar a reeleição como deputado por São Paulo. Sonia Guajajara também é cotada para a reeleição como deputada federal.
Entre as situações em aberto, Márcio França avalia disputar cargo em São Paulo, André Fufuca pode concorrer ao Senado pelo Maranhão, Alexandre Silveira pode buscar vaga em Minas Gerais e Sidônio Palmeira analisa se deixa o cargo para atuar no marketing da campanha de reeleição de Lula.
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