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Operação no Rio mira clã suspeito de formar milícia

Operação mira a Família Avelino; 21 investigados, incluindo cinco policiais militares, advogado e executores, com mandados em 29 endereços no Rio, MG, ES e Pará

Fachada MPRJ no Centro do RJ.
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  • A operação deflagrada na manhã desta quarta-feira mira a Família Avelino, ligada a milícia privada no Sudeste, com 21 investigados.
  • Mandados de busca e apreensão foram expedidos pela Justiça e cumpridos em 29 endereços nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Pará.
  • No Rio, as diligências ocorrem na capital e em cidades do interior, como Paty do Alferes, Vassouras, Paraíba do Sul e Três Rios.
  • Entre os investigados estão cinco policiais militares, um advogado e suspeitos apontados como executores; a operação é coordenada pelo Gaeco/MPRJ.
  • As apurações indicam envolvimento em homicídios, tentativas de assassinato, corrupção de agentes públicos e controle de áreas, além de uso de ameaças a testemunhas e uma estrutura organizada.

A operação deflagrada na manhã desta quarta-feira mira a chamada Família Avelino, grupo suspeito de integrar uma milícia privada e de envolvimento em homicídios. Ao todo, 21 pessoas são investigadas e tiveram mandados de busca e apreensão determinados pela Justiça.

A ação é coordenada pelo Gaeco/MPRJ, braço do Ministério Público do Rio de Janeiro que atua no combate ao crime organizado. Os mandados foram cumpridos em 29 endereços distribuídos entre estados brasileiros.

No Rio de Janeiro, as diligências ocorrem na capital e em cidades do interior, como Paty do Alferes, Vassouras, Paraíba do Sul e Três Rios. As investigações apuram atuação da milícia na região Sul Fluminense.

Atores envolvidos e objetivos da operação

Entre os alvos estão cinco policiais militares, um advogado e suspeitos apontados como executores. O MPRJ afirma que os investigados teriam participação em homicídios já denunciados, além de outras execuções sob apuração.

Há indícios de tentativas de assassinato, corrupção de agentes públicos e controle de áreas em municípios do interior fluminense, conforme o ministério público.

As apurações também indicam uso de ameaças e intimidação de testemunhas para dificultar o avanço dos processos, sugerindo uma estrutura organizada com divisão de funções.

Natureza da investigação

O caso é investigado em um Procedimento Investigatório Criminal conduzido pelo Gaeco, com frentes que atuam de forma integrada contra o grupo. Os investigadores trabalham para esclarecer os crimes atribuídos e, se comprovados, responsabilizar os envolvidos.

As autoridades não divulgaram prisões até o momento, mas ressaltaram que os mandados seguem cumpridos de acordo com o andamento da apuração.

As informações são atualizadas conforme o avanço das diligências e dos interrogatórios que devem ampliar o quadro investigado.

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