- A governadora Celina Leão determinou o afastamento de servidores e comissionados do BRB que participaram da aprovação da aquisição de ativos do Banco Master, liquidado em novembro de 2025.
- A medida ocorreu após auditoria interna identificar envolvimento de funcionários técnicos em cargos de chefia em negociações consideradas irregulares.
- O objetivo é garantir transparência e permitir que as investigações ocorram com independência e responsabilidade, segundo o Governo do Distrito Federal.
- A investigação envolve a compra pelo BRB de carteiras de crédito no valor de R$ 12,2 bilhões, com ativos supostamente fraudulentos, superfaturados ou inexistentes.
- A nota oficial frisa que a decisão não antecipa julgamento e respeita o contraditório, reforçando o compromisso com a verdade, as instituições e a confiança da população.
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, determinou o afastamento de servidores e comissionados do BRB envolvidos na aprovação da aquisição de ativos do Banco Master, liquidado em nov/2025. A decisão foi publicada na quarta-feira, 1º de abril de 2026, em Brasília.
Uma auditoria interna identificou a participação de funcionários técnicos em cargos de chefia em negociações consideradas irregulares. O Governo do DF afirma que o afastamento busca assegurar transparência nas apurações.
A medida não antecipa julgamentos e respeita o contraditório, mas facilita investigações independentes. Entre os pontos do caso, há a compra de carteiras de crédito avaliadas em R$ 12,2 bilhões, com ativos alegadamente fraudulentos ou superfaturados.
Há suspeita de que os servidores pressionaram pela aquisição de ativos problemáticos do Banco Master, mesmo cientes de irregularidades. A atuação envolve a aprovação de operações no BRB ligadas ao processo de liquidação do Master.
Contexto sobre o caso Master
O Banco Master foi liquidado extrajudicialmente em 2025. O BRB, ligado ao governo local, efetuou a compra de ativos com valores expressivos e sob investigação de irregularidades, segundo auditorias técnicas.
O GDF informou que a decisão de afastamento é permitir que as investigações ocorram com independência e responsabilidade. A nota oficial reforça o compromisso com a verdade dos fatos e a confiança pública.
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