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São Paulo amplia uso de tornozeleiras eletrônicas para monitorar agressores

Governo de São Paulo e Justiça ampliam o uso de tornozeleiras para agressores, mirando 2.500 equipamentos até o fim do ano diante do aumento de feminicídios

São Paulo amplia monitoramento de agressores com tornozeleiras eletrônicas
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  • o estado de são paulo vai ampliar o uso de tornozeleiras eletrônicas para agressores, em acordo entre o governo estadual e o tribunal de justiça
  • a meta é chegar a 2.500 dispositivos até o fim do ano, ampliando o monitoramento de pessoas em regime aberto ou com liberdade condicional
  • atualmente há 1.250 equipamentos em operação
  • dados da secretaria de segurança pública apontam aumento nos casos de feminicídio no primeiro bimestre: 55 casos, ante 42 no mesmo período do ano anterior
  • a notícia não traz avaliação ou opinião; trata de fatos e números oficiais

O governo estadual de São Paulo e o Tribunal de Justiça assinaram um acordo para ampliar o uso de tornozeleiras eletrônicas. A meta é chegar a 2.500 dispositivos até o fim do ano, ante 1.250 atualmente em funcionamento.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a ampliação visa monitorar agressores em regime aberto ou com liberdade condicional. A iniciativa pretende reduzir a reincidência e ampliar o acompanhamento de suspeitos.

A medida surge em meio ao aumento de feminicídios registrados no início deste ano, com 55 casos nos dois primeiros meses, ante 42 no mesmo período de 2023. As autoridades apontam maior atuação preventiva.

Acordo entre as instituições prioriza investimentos em tecnologia, treinamento de equipes e integração de bases de dados. O objetivo é tornar o monitoramento mais efetivo e compatível com o fluxo de decisões judiciais.

O anúncio não detalha datas para implantação de etapas intermediárias nem o cronograma de aquisição dos dispositivos adicionais. As partes destacam a continuidade do acordo durante o próximo período.

A ampliação ocorre no contexto de medidas para fortalecer a resposta a crimes envolvendo violência contra a mulher. Autoridades afirmam que o monitoramento eletrônico é ferramenta de vigilância e prevenção.

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