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Nove governadores já deixaram cargos para disputar eleições

Prazo de desincompatibilização vence neste sábado; governadores e ministros devem deixar cargos para disputar as Eleições Gerais de 2026

Eleições no Brasil; voto com urna eletrônica
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  • O prazo de desincompatibilização para chefes do Executivo vence neste sábado, 4 de abril; ocupantes precisam deixar os cargos seis meses antes do pleito.
  • Ao menos nove governadores já anunciaram a saída para disputar as Eleições Gerais de 2026, com a maioria mirando o Senado.
  • Deixaram os governos para concorrer ao Senado os governadores Gladson Cameli (AC), Antônio Denarium (RR), Mauro Mendes (MT), Ibaneis Rocha (DF), Renato Casagrande (ES) e Helder Barbalho (PA); Ronaldo Caiado (GO) e Romeu Zema (MG) são apontados como pré-candidatos à Presidência.
  • Cláudio Castro (RJ) cogitava atuar pelo Senado, mas não deve concorrer após o TSE torná-lo inelegível por abuso de poder político.
  • Ministros também devem cumprir a regra; 17 trocas ministeriais foram anunciadas após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com Haddad, Marina Silva e Simone Tebet entre os nomes em disputa para Câmara, Senado ou governos estaduais. GeneralNome Geraldo Alckmin deixou o ministério para disputar a vice-presidência na chapa de Lula.

A partir deste sábado, 4 de abril, o prazo de desincompatibilização para chefes do Executivo federal e estadual, que desejem disputar as Eleições Gerais de 2026, termina. Pela legislação, ocupantes de ministérios e governos precisam deixar os cargos seis meses antes do pleito, para evitar uso da máquina pública em campanha.

A regra, prevista na Constituição, exige afastamento de prefeitos, governadores e ministros de Estado que pretendam concorrer. O objetivo é impedir favorecimento da gestão pública em benefício de candidaturas.

Ao menos nove governadores já oficializaram a saída para buscar vaga no Senado, caminho comum para ex-chefes de Executivo. Deixam os governos Gladson Cameli (AC), Antônio Denarium (RR), Mauro Mendes (MT), Ibaneis Rocha (DF), Renato Casagrande (ES) e Helder Barbalho (PA).

  • Ronaldo Caiado (GO) e Romeu Zema (MG) também são apontados como pré-candidatos à Presidência e já anunciaram planos de disputa.
  • O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, cogitou o Senado, mas pode ficar inelegível após decisão do TSE, que não o permitirá disputar nesse pleito.

A maioria dos governadores, porém, optou por permanecer nos cargos. Entre eles estão Tarcísio de Freitas (SP), Ratinho Júnior (PR), Eduardo Leite (RS) e Raquel Lyra (PE), que devem buscar a reeleição ou concluir o mandato.

Desincompatibilização nos ministérios

Ministros de Estado também precisam cumprir a regra de desincompatibilização. Após reunião com o presidente Lula, na semana passada, 17 trocas ministeriais foram registradas até o momento. Os destinos variam entre Câmara, Senado e governos estaduais.

Entre os nomes que aparecem na lista de inícios de campanha estão Fernando Haddad, que pode concorrer ao governo de São Paulo; Marina Silva, ao Senado; e Simone Tebet, ao Senado. Geraldo Alckmin também deixou a pasta do Desenvolvimento para disputar novamente a vice-presidência na chapa de Lula.

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