- Uma petição em Portugal propõe proibir motoristas com mais de 75 anos de conduzir, com validade automática ao atingir essa idade.
- O documento, criado por Nelson Manuel de Oliveira Ferreira, reúne assinaturas desde 1º de abril de 2026 e pretende ser submetido à Assembleia da República.
- A petição alerta para riscos como condutores idosos na contramão, acidentes evitáveis e vidas colocadas em risco por pessoas que já não possuem condições para conduzir.
- Os autores criticam o modelo atual de avaliação médica, dizendo que os pareceres são pontuais e não conseguem prever o estado do condutor em dias ou semanas.
- O texto, com 286 assinaturas até o momento, menciona a necessidade de alternativas de mobilidade para idosos; especialistas destacam a possibilidade de discriminação etária e defendem avaliação de aptidão individual.
Uma petição em Portugal propõe proibir motoristas com mais de 75 anos de conduzir veículos. A iniciativa começou a recolher assinaturas em 1º de abril de 2026 e pretende ser apresentada à Assembleia da República. O documento foi criado por Nelson Manuel de Oliveira Ferreira.
A proposta prevê a expiração automática da Carteira de Condução aos 75 anos. O autor sustenta que existem situações graves nas vias portuguesas e aponta riscos representados por condutores idosos.
Segundo o texto, casos envolvendo motoristas nessa faixa etária indicam sinais de incapacidade. A petição cita declínio cognitivo, visual e motor após os 75 anos, com tempo de reação reduzido e falhas de julgamento.
A avaliação médica atual é criticada como insuficiente, pois é feita em caráter pontual e não prevê o estado do condutor em dias ou semanas seguintes. O documento questiona quantas mortes ainda ocorrerão antes de agir.
Até o momento, a petição contabilizava 286 assinaturas. Portugal tem uma das populações mais envelhecidas da União Europeia, o que agrava o debate sobre mobilidade da população idosa.
O texto também ressalta a necessidade de alternativas de mobilidade caso a medida seja adotada. Especialistas destacam preocupações sobre discriminação etária e defendem avaliações de aptidão de forma individual.
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