- Reginaldo Lopes afirmou à CNN que tudo caminha para tramitar a proposta da PEC da 6×1 no Congresso.
- A declaração ocorre após desmentido do Planalto sobre a possibilidade de envio de projeto em regime de urgência, conforme disse Hugo Motta.
- O deputado diz que a pauta tem calendário: admissibilidade da PEC e criação de comissão especial; o regime de urgência dependeria da pauta da Câmara.
- Ele relembrou acordo de dezembro de dois mil e vinte e cinco, que previa base com PEC e projeto de urgência; em abril, a nomeação de um relator alterou o cenário.
- Segundo Lopes, tramitar por emenda constitucional torna o tema mais amplo e dificulta retrocessos.
O autor de um dos projetos sobre o fim da escala 6×1, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), afirmou à CNN nesta terça-feira (7) que tudo caminha para tramitação da proposta como PEC no Congresso. A declaração ocorre após questionamentos sobre urgência no governo.
Lopes disse que o calendário para a PEC está em estudo e que a tramitação deve seguir via emenda constitucional. O vice-líder do governo na Câmara contesta informações de que o governo desistiu de enviar um projeto em regime de urgência.
A afirmação de Lopes também contrasta com desmentidos de interlocutores do Palácio do Planalto sobre um possível envio de PL em regime de urgência. O Planalto não confirmou nenhum sinalização até o momento.
Segundo o parlamentar, a tramitação por PEC tem mais interlocuções políticas, o que amplia o alcance do tema e evita retrocessos. Ele reforçou que o cenário atual difere daquele de dezembro de 2025, quando houve acordo sobre ações futuras.
Ainda segundo Lopes, a conjuntura recente envolve um acordo que pode facilitar a criação de uma comissão especial e a admissibilidade da PEC. A avaliação é de que a emenda tende a mobilizar apoio entre diferentes forças.
O deputado lembrou que a PEC amplia o tema ao alterar a Constituição, o que, na visão dele, dificulta mudanças adversas. O objetivo é manter o desenho institucional estável enquanto o tema é discutido no Congresso.
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