Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Governo nega recuo na escala 6×1, defende diálogo com Motta

Governo nega recuo no fim da escala 6x1 e busca entrosamento com Motta para votar projeto com urgência até maio

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • O governo nega recuo e afirma que enviará um Projeto de Lei com regime de urgência para acabar com a escala 6×1, mantendo diálogo com o presidente da Câmara, Hugo Motta.
  • Motta indicou que o governo teria desistido de enviar o projeto, o que gerou atrito; palácio sustenta que não houve mudança de estratégia e mantém o envio do PL.
  • O plano é encaminhar o PL com urgência constitucional, que pode travar a pauta da Câmara se não for votado em até quarenta e cinco dias.
  • Há divisão interna no governo sobre a melhor estratégia; a Secretaria de Relações Institucionais avalia que o anúncio antecipado contribuiu para a reação de Motta, e o ritmo na CCJ será acompanhado de perto.
  • Lula espera que a proposta seja votada até maio; Motta se comprometeu a pautar a CCJ na próxima semana, e, se o Congresso avançar rapidamente, pode perder força o envio de um projeto próprio.

O Planalto mantém a posição de enviar um Projeto de Lei com regime de urgência para pôr fim à escala 6×1, apesar de sinais de cautela nos bastidores. A estratégia visa acelerar a votação e ampliou o diálogo com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para evitar entraves.

A tensão entre governo e Câmara ganhou contornos quando Motta sugeriu que o governo poderia abrir mão do envio do PL e apoiar a PEC na CCJ. Ministros palacianos negaram a leitura de recuo e destacaram a continuidade da linha de defesa pelo envio do projeto.

Apesar da defesa oficial, há divisão interna no governo sobre a melhor tática. Fontes da SRI avaliam que anunciar o envio em regime de urgência antes da avaliação da CCJ foi precipitado e contribuiu para a reação de Motta.

A estratégia é acompanhar o ritmo da CCJ antes de decidir sobre o próximo passo. A ideia é manter o movimento alinhado com Motta, que prometeu pautar a CCJ na próxima semana. Em seguida, caberá definir o calendário na comissão especial e no plenário.

O Planalto acredita que a votação da proposta pode ocorrer até maio, desde que o Congresso mantenha o ritmo. Caso contrário, a avaliação interna é de que o envio de um projeto próprio pode perder força.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais