- O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que o conflito no Oriente Médio pode mudar estratégias de autossuficiência, incluindo o GLP (gás liquefeito de petróleo).
- O governo busca autossuficiência não só no GLP, mas também em diesel e gasolina.
- a afirmação foi feita durante o evento Latam Energy Week, no Rio de Janeiro.
- na segunda-feira, o governo anunciou subvenção de R$ 850,00 por tonelada para GLP importado, por dois meses, com possibilidade de prorrogação.
- o Ministério de Minas e Energia acionou a Senacon para avaliar possíveis práticas abusivas na venda de GLP e acompanha o monitoramento da cadeia de abastecimento diante da volatilidade de preços.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que o conflito no Oriente Médio deve alterar as estratégias de autossuficiência do Brasil, incluindo o GLP, o gás de cozinha. A declaração foi feita durante o evento Latam Energy Week, no Rio de Janeiro.
Silveira disse que o objetivo do governo é alcançar autossuficiência não só no GLP, mas também em diesel e gasolina. A fala acontece em meio a perspectivas de alta de preços no mercado internacional.
Nesta segunda-feira, o governo anunciou uma subvenção ao GLP importado por dois meses, prorrogáveis pelo mesmo período, para amenizar impactos sobre a população vulnerável.
Contexto recente aponta que a guerra envolve Estados Unidos, Israel e Irã, elevando preços do gás no Brasil. O governo acompanha o mercado com atenção à volatilidade.
Após leilão da Petrobras para entrega em abril, com ágios elevados, o presidente Lula sinalizou a possibilidade de anular a licitação, segundo informações de fontes públicas.
Em resposta, o Ministério de Minas e Energia acionou a Senacon para apurar possíveis práticas abusivas na venda de GLP, diante da runa de preços prejudicando o consumidor.
O ritmo de monitoramento da cadeia de abastecimento tem sido intensificado pelo governo, diante das pressões externas e da volatilidade provocada pelo conflito no Oriente Médio.
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