- O Banco Master pagou mais de R$ 80 milhões ao escritório Barci de Moraes, ligado à advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de Moraes.
- Os pagamentos foram declarados pela Receita Federal em 2024 e 2025 como impostos retidos na fonte, pagos logo após a emissão de nota de prestação de serviços.
- Os registros foram encaminhados à Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado no Congresso porque os dados não constaram na primeira remessa de informações ao Fisco.
- O escritório Barci de Moraes afirmou que não confirma informações incorretas e que dados fiscais são sigilosos.
- O material também aponta que o Master recolheu cerca de R$ 4,93 milhões em impostos retidos na fonte, com contrato de fevereiro de 2024 a novembro de 2025, envolvendo 15 advogados e 79 reuniões; a CPI não deverá ser prorrogada.
O Banco Master pagou mais de 80 milhões de reais ao escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Os repasses aparecem como impostos retidos na fonte, após a emissão de notas de prestação de serviços, entre 2024 e 2025.
Os registros foram declarados pela Receita Federal neste ano, com dados indicando recolhimento de cerca de 4,93 milhões de reais em impostos retidos na fonte pelo banco. O serviço foi contratado para atender a demanda ao longo de 2024 e 2025.
O contrato teve a participação de 15 advogados, gerando 79 reuniões na sede do banco entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025.
A divulgação ocorreu após a CPI do Crime Organizado indicar falha na entrega dos dados na primeira remessa solicitada ao Fisco.
CPI e respostas
A CPI informou que não deverá prorrogar o prazo de investigação. Em resposta, o escritório Barci de Moraes afirmou não confirmar informações incorretas e ressaltou o sigilo fiscal dos dados. O banco não comento até o fechamento desta edição.
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