- Governo de Minas Gerais marcou reunião com servidores da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) após ameaça de greve.
- Encontro foi marcado para a próxima segunda-feira, 14, para discutir demandas como condições de trabalho, reajustes salariais e planos de carreira, com garantia de retorno apenas se houver atendimento.
- A categoria realizou assembleia na semana passada e ameaçou retomar a paralisação caso não recebesse propostas concretas.
- O governo ainda não se manifestou oficialmente sobre a data da reunião nem sobre propostas a serem apresentadas.
- A Fhemig administra hospitais e unidades de saúde em Minas Gerais; uma nova greve pode impactar o atendimento à população.
O governo de Minas Gerais marcou uma reunião com os servidores da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) após as ameaças de greve. O encontro está agendado para a próxima segunda-feira, dia 14, para discutir as reivindicações da categoria.
Entre os pontos cobrados pela Fhemig estão melhorias nas condições de trabalho, reajustes salariais e a implementação de planos de carreira. Os trabalhadores afirmam que só retornarão às atividades com garantias sobre essas demandas.
A paralisação foi anunciada na semana passada, após uma assembleia geral da categoria, que informou que pode retomar a greve caso não haja proposta concreta. A Fhemig administra hospitais e unidades de saúde presentes em várias regiões do estado.
Pontos discutidos
A expectativa é que a reunião avance nas negociações e evite uma suspensão ainda maior dos serviços de saúde. A administração estadual não confirmou detalhes sobre a proposta que poderá ser apresentada. A atuação da Fhemig é considerada essencial para o atendimento aos pacientes.
A posição dos servidores permanece firme quanto ao retorno ao trabalho apenas com garantias formais sobre as reivindicações. O governo de Minas reforça a abertura ao diálogo e a necessidade de resolução proporcional dos entraves orçamentários.
A situação reflete a tensão contábil vivida pelo sistema de saúde estadual, com impactos potenciais no funcionamento de unidades sob gestão da Fhemig. Medidas futuras dependerão do desfecho da reunião marcada para a próxima semana.
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