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Kassab diz que PSD não busca alianças

Kassab afirma que PSD não busca alianças para a presidência; prioridade é estruturar o governo de Caiado e escolher vice pela governabilidade

Gilberto Kassab participou de jantar-debate em São Paulo com Edinho Silva nesta 5ª feira
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  • O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o partido não está buscando alianças para a eleição presidencial e foca na consolidação do projeto de governo de Ronaldo Caiado.
  • Kassab ressaltou que, neste momento, o PSD está mais preocupado em estruturar compromissos de governo do que em ampliar alianças, e que será bem recebido quem os procurar, mas não há foco em alianças.
  • O dirigente disse que o cenário político mudou, reduzindo o peso das coalizões e aumentando a influência das redes sociais, que operam ao longo dos quatro anos de mandato.
  • A definição do vice na chapa de Caiado deverá considerar a capacidade de governabilidade, não apenas o potencial eleitoral.
  • Embora descarte a busca ativa por apoios, Kassab abriu a possibilidade de negociações futuras caso surjam partidos interessados em compor com o PSD durante a campanha.

O PSD não está buscando alianças para a disputa presidencial neste momento. A prioridade, segundo o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, é consolidar o projeto de governo de Ronaldo Caiado. O anúncio foi feito durante um jantar-debate promovido pelo Grupo Esfera, em São Paulo, na quinta-feira, 9 de abril de 2026.

Kassab afirmou que, se algum partido procurar o PSD, o contato será recebido de forma cordial, mas não há foco em alianças neste instante. O dirigente ressaltou uma mudança no cenário político, com o peso das coalizões reduzido pela atuação das redes sociais e pela evolução do tempo de televisão.

A definição sobre o vice na chapa de Caiado deverá seguir a lógica de governabilidade, não apenas o potencial eleitoral. O objetivo é escolher alguém que contribua para a implementação de um governo estável, e não apenas para vencer eleições.

Apesar da indisponibilidade para negociações ativas, Kassab deixou a possibilidade aberta de acordos futuros caso novos partidos demonstrem interesse ao longo da campanha. A mensagem é de planejamento centrado em governabilidade, com eventual diálogo conforme o avanço da campanha eleitoral.

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