- Lula, durante a sanção de três projetos de lei de proteção à mulher, citou o ditado sobre cabritas e bodes para tratar de machismo entre homens.
- O presidente afirmou que, com a tecnologia, o mal pode chegar a milhões em frações de segundos, e destacou a educação como caminho para reduzir violência de gênero.
- Disse que é essencial um processo educativo para que brasileiros se tornem “seres humanos, homens civilizados” e que é mais importante convencer a sociedade a não aceitar preconceito do que apenas aprovar leis.
- Os projetos sancionados foram: monitoramento eletrônico de agressores em violência doméstica (PL 2.942/2024); violência vicária (PL 3.880/2024); e o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra Mulheres Indígenas (PL 1.020/2023).
- Participaram da cerimônia autoridades como a primeira-dama Janja da Silva, ministros da Casa Civil, Justiça e Direitos Humanos, ministro dos Povos Indígenas e deputadas Sônia Guajajara, Célia Xakriabá e Fernanda Melchionna, além da senadora Leila Barros.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tratou de combater o machismo durante a sanção de três projetos de lei voltados à proteção da mulher. O ato ocorreu nesta quinta-feira, 9 de abril de 2026, no Palácio do Planalto. Lula citou um ditado popular sobre cabritas e bodes para ilustrar costumes machistas ainda presentes.
Segundo ele, em gerações anteriores a ideia era passada entre familiares e vizinhos, mas com a tecnologia atual o mal pode se espalhar em frações de segundos para milhões de pessoas. A fala ocorreu durante a cerimônia de sanção dos PLs.
O presidente destacou a educação como caminho para reduzir a violência de gênero e afirmou que não basta aprovar leis, é preciso convencer parte da humanidade a não aceitar preconceito e agressividade. Disse ser essencial um processo educativo que forme seres humanos civilizados.
Projetos sancionados
- PL 2.942/2024: estabelece monitoramento eletrônico de agressores em casos de violência doméstica.
- PL 3.880/2024: altera a Lei Maria da Penha para incluir a violência vicária, como assassinato de filhos ou parentes para atingir mulheres.
- PL 1.020/2023: institui o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra Mulheres Indígenas.
Autoridades presentes
Estiveram no Palácio do Planalto: Luiz Inácio Lula da Silva, a primeira-dama Janja da Silva, a ministra Miriam Belchior (Casa Civil), o ministro Eloy Terena (Povos Indígenas), o ministro Wellington Lima e Silva (Justiça), a ministra Janine Mello (Direitos Humanos), a deputada Sônia Guajajara, as deputadas Célia Xakriabá e Fernanda Melchionna, além da senadora Leila Barros.
Entre na conversa da comunidade