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Tênis estrela critica rivais russos por postura sobre guerra na Ucrânia

Marta Kostyuk acusa rivais russas de escolherem um lado pela silência sobre a guerra, enquanto ataques recentes ressaltam vulnerabilidade e a necessidade de defesa aérea adicional

Marta Kostyuk said that by their silence on the war, her Russian opponents make clear ‘whose side they are on’.
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  • Marta Kostyuk criticou rivais russas por permanecerem em silêncio sobre a guerra, dizendo que elas sabem o que está ocorrendo durante ataques a Kyiv e outras cidades, que deixaram ao menos 23 mortos.
  • A declaração veio após Kostyuk eliminar a compatriota Elina Svitolina e avançar à semifinal do Aberto da França, dedicando a vitória ao povo ucraniano.
  • Ela citou Mirra Andreeva, adversária na semifinal, e Diana Shnaider, entre as rivais, afirmando que, mesmo com celulares e notícias, elas sabem o que está acontecendo.
  • Kostyuk elogiou Daria Kasatkina por ter se posicionando publicamente, mesmo diante da pressão sobre a família, e afirmou que muitos jogadores não vivem na Rússia.
  • O contexto envolve ataques contínuos na Ucrânia, demanda por mais interceptores de defesa aérea e evacuação de civis em Kharkiv; Hungria sinalizou abertura para encontro entre o premiê Péter Magyar e o presidente Zelenskiy para melhorar relações.

Marta Kostyuk, jogadora ucraniana de tênis, criticou rivalas russas pela postura diante da guerra, ressaltando que o silêncio delas mostra de que lado estão. Os ataques russos contra cidades ucranianas deixaram dezenas de mortos na noite anterior.

Kostyuk, que chegou às semifinais do Open da França, disse que a noite de violência em Kyiv e outras regiões foi devastadora. Em quadra, dedicou a vitória a o povo ucraniano e à resiliência do país, deixando claro seu sentimento sobre o contexto.

A atleta citou rivais como Diana Shnaider e Mirra Andreeva, que enfrentaria na semifinal, afirmando que “sabem o que está acontecendo”. Fez críticas também à falta de uma posição pública mais firme de algumas jogadoras.

Ela elogiou ainda Daria Kasatkina, que trocou de Rússia para a Austrália e tem falado publicamente apesar da pressão familiar. Kostyuk destacou que muitos atletas não vivem mais na Rússia, mas podem se posicionar conforme suas convicções.

O conflito na região envolve ataques que ocorreram na terça-feira. A guerra já é acompanhada por uma escassez global de interceptores Patriot, usados por aliados dos EUA e por Kyiv, segundo reportagens associadas.

Kostyuk reforçou que a defesa de Ukraine tornou-se prioritária para muitos atletas, diante de pressão política e riscos à família. A jogadora destacou que representar o país adquire maior significado frente aos resultados.

Na mesma linha de desdobramentos, o ministro das Relações Exteriores ucraniano pediu sanções mais fortes contra Moscou e mais apoio militar. As autoridades lembram a necessidade de ampliar a capacidade de defesa.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, alertou sobre novas ações russas na noite seguinte. Informou que, segundo inteligência, pode ocorrer ataque de maior escala, pedindo atenção aos alertas de sirenes e defesa aérea insuficiente.

Patrióticos e civis continuam a acompanhar as ações no leste europeu, com evacuações em Kharkiv e aumentos de operações de defesa. O governo regional expandiu zonas de evacuação obrigatória para milhares de pessoas.

Contexto regional

Hungria e Ucrânia mantêm negociações diplomáticas para discutir direitos da minoria húngara na Ucrânia, após vitória de Péter Magyar, que sinalizou disposição para encontros com Zelensky. As tratativas ainda passam por etapas técnicas.

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