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Militar é presa nos EUA sob suspeita de vazar informações sigilosas

FBI prende ex-militar Courtney Williams sob acusação de vazamento de informações de defesa nacional a jornalista, ligado à unidade especial em Fort Bragg

Fort Bragg, nos EUA, base associada a unidade citada em caso de vazamento de informação sigilosa
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  • O FBI prendeu Courtney Williams, de 40 anos, veterana do Exército dos EUA, em Wagram, Carolina do Norte, sob suspeita de vazar informações sigilosas de defesa nacional a pessoas sem autorização, incluindo um jornalista.
  • Williams é acusada com base no artigo 793(d) da Lei de Espionagem; a acusação foi apresentada por um grande júri federal.
  • Entre 2010 e 2016 ela atuou em uma unidade militar especial identificada como SMU (Special Military Unit) e possuía credencial Top Secret/SCI; assinou acordo de confidencialidade sobre manuseio de material classificado.
  • De 2022 a 2025, manteve contato frequente com um jornalista — mais de dez horas de ligações e mais de 180 mensagens — que resultaram em publicação de um livro e de um texto citando Williams como fonte.
  • Veículos como The Guardian e Politico apontam que o jornalista pode ser Seth Harp; a acusação envolve a divulgação de táticas, técnicas e procedimentos da unidade, com pena máxima de até dez anos de prisão, e Williams pode permanecer detida até a próxima audiência.

O FBI anunciou a prisão de Courtney Williams, 40 anos, ex-veterana do Exército dos EUA, na quarta-feira (8 de abril de 2026). Ela é acusada de transmitir informações de defesa nacional sigilosas a pessoas não autorizadas, incluindo um jornalista. A acusação foi apresentada por um grande júri federal com base no artigo 793(d) da Lei de Espionagem dos EUA.

Segundo o FBI, Williams trabalhou entre 2010 e 2016 em uma unidade militar especial, identificada como SMU, e possuía credencial de segurança Top Secret/SCI. Ela assinou acordo de confidencialidade e recebeu treinamento sobre manuseio e armazenamento de material classificado.

A investigação aponta que, de 2022 a 2025, Williams manteve contato frequente com um jornalista por telefone e mensagens, com mais de 10 horas de ligações e mais de 180 mensagens. A divulgação resultou em livros e textos que citam Williams como fonte e mencionam informações classificadas.

Conexões com Fort Bragg e cobertura midiática

Relatos de veículos como Guardian e Politico indicam que o jornalista não é identificado na denúncia, mas as informações são coerentes com o trabalho do repórter Seth Harp, que entrevistou Williams para o livro The Fort Bragg Cartel. Harp afirmou não ter recebido material classificado.

O Guardian descreve Williams como custodiante de documentos sensíveis e relata que ela discutiu assédio sexual e discriminação no trabalho. Já o Politico aponta que a acusação envolve táticas, técnicas e procedimentos da unidade, classificados como secretos, com pena máxima prevista de 10 anos de prisão. Promotores pedem que Williams permaneça detida até a próxima audiência.

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