- Lula inaugurou o centro de treinamento médico do Instituto do Coração em São Paulo, com oito salas de simulação para capacitar profissionais no atendimento pelo SUS.
- O presidente anunciou investimentos de R$ 41 milhões no instituto, acompanhado pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e pelo vice-presidente Geraldo Alckmin.
- Em Santo André, na Grande São Paulo, Lula inaugurou uma unidade da universidade federal do ABC.
- Em Sorocaba, no interior, o presidente visitou a nova sede do Instituto Federal de São Paulo, construída com recursos do PAC.
- Em discurso, Lula disse que o SUS foi transformado em inimigo por quem nunca precisou da rede pública e defendeu investimentos em educação para reduzir violência contra jovens mulheres.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a Brasília após uma agenda extensa em São Paulo. Nesta sexta-feira (10), ele passou pela capital, pelo ABC paulista e pelo interior, defendendo investimentos em educação e propondo mudanças para reduzir a violência contra jovens mulheres.
Ao meio da manhã, Lula inaugurou um centro de treinamento médico do Instituto do Coração em São Paulo. A unidade possui oito salas de simulação para capacitar profissionais no atendimento pelo SUS. Acompanhado de Alexandre Padilha (Saúde) e de Geraldo Alckmin (Vice-presidente), o presidente anunciou investimentos de R$ 41 milhões no instituto e reitera a divisão do SUS como inimigo de quem não usa a rede pública.
No início da tarde, o presidente seguiu para Santo André, na Grande São Paulo, onde inaugurou uma unidade da universidade federal do ABC. Em discurso, ele reforçou a importância de ampliar a educação para o desenvolvimento do país.
Depois, Lula seguiu para Sorocaba, no interior, para visitar a nova sede do Instituto Federal de São Paulo, construída com recursos do PAC. A viagem também destacou a educação como motor de transformação social.
Durante as falas, o chefe do Executivo ressaltou que investimentos em escolas e universidades devem acompanhar a política de saúde, mantendo a educação como prioridade para reduzir impactos sociais, como a violência contra jovens mulheres.
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