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Operação investiga aliança entre Comando Vermelho e ADA no Rio

Operação conjunta cumpre 24 mandados contra aliança entre Comando Vermelho e ADA no Jardim Novo, Realengo; seis prisões já efetuadas

Operação foi realizada em conjunto entre as Polícias Civil e Militar
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  • Nesta sexta-feira, 10 de abril, a operação conjunta das polícias Civil e Militar cumpriu 24 mandados de prisão contra uma aliança entre as facções Amigo dos Amigos (ADA) e Comando Vermelho (CV) na comunidade Jardim Novo, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro.
  • Seis prisões já foram efetuadas desde o início da operação, batizada de “Operação Pseudo Cacique”, após quase dez meses de investigação.
  • A investigação aponta que o Jardim Novo é estratégico por fazer divisa com Taquara e ficar próximo à Cidade de Deus, área sob domínio do CV, com liderança responsável por roubos de veículos e de cargas.
  • O grupo estaria impondo uma rotina de intimidações, extorsões a comerciantes e controle de serviços como gás, água e internet na comunidade.
  • A ofensiva envolve a 44ª Delegacia de Polícia (Inhaúma) e também conta com agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e dos departamentos-gerais de Polícia da Capital (DGPC) e de Polícia Especializada (DGPE).

A operação conjunta entre as polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro cumpre 24 mandados de prisão contra uma aliança entre facções na comunidade Jardim Novo, em Realengo, zona Oeste do Rio. A ação, ocorrida nesta sexta-feira (10), visa desarticular a parceria entre ADA e CV e interromper a rota criminosa na região. Six prisões já foram confirmadas.

A investigação, que durou dez meses, apontou que integrantes da facção ADA se uniram a criminosos do Comando Vermelho. O Jardim Novo é considerado estratégico por fazer divisa com Taquara e ficar próximo à Cidade de Deus, áreas sob maior atuação dessas organizações.

Estrutura da operação e andamento

Segundo a Polícia Civil, o grupo impõe uma rotina de ameaças e extorsões a comerciantes. Também controla, de forma coercitiva, fornecimentos de gás, água e serviços de internet na comunidade, além de desenvolver roubo de veículos e cargas.

A ofensiva envolve policiais da 44ª Delegacia de Polícia (Inhaúma) e contou com apoio da Core, do Bope, do DGPC e do DGPE. A operação foi coordenada visando lideranças da organização, com base em material colhido ao longo da investigação.

Contexto e desdobramentos

Os agentes afirmam que os membros atuam com violência e armamento de guerra, ampliando o clima de terror na região. O objetivo é desarticular a rede de controle dos criminosos e reduzir a influência na área.

As informações são provenientes da Polícia Civil do Rio de Janeiro e de autoridades vinculadas à Secretaria de Segurança. A noite de sexta-feira não teve encerramento de atividades até o momento, conforme boletins oficiais.

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