- Edinho Silva, presidente nacional do PT, afirmou que Lula será candidato à reeleição neste ano.
- Lula havia indicado que provavelmente será candidato, mas não confirmou oficialmente antes da convenção do PT, em julho.
- Edinho disse que Fernando Haddad deve conduzir a negociação para a chapa ao governo de São Paulo e a disputa pela segunda vaga ao Senado no campo progressista.
- O petista ressaltou que Marina Silva e Márcio França não precisam, necessariamente, ocupar a vice de Haddad caso não sejam escolhidos como candidatos ao Senado.
- O PT apoia a ex-deputada estadual Juliana Brizola (PDT) ao governo do Rio Grande do Sul; Edegar Pretto (PT) abandonou a disputa em favor da pedetista.
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que o presidente Lula da Silva será candidato à reeleição neste ano. A declaração ocorreu nesta quinta-feira, 9, após jantar com empresários promovido pelo grupo Esfera em São Paulo. Lula havia falado, na véspera, que é improvável não concorrer, mas não confirmou oficialmente antes da convenção do PT em julho.
Edinho reforçou que a convenção do partido é o momento responsável para definir a candidatura, destacando que Lula é visto como a liderança mais preparada para enfrentar turbulências internacionais. A fala ocorreu durante uma coletiva de imprensa após o evento.
Dinâmicas locais e alianças no RS e SP
O dirigente comentou questões regionais envolvendo São Paulo e o Rio Grande do Sul. Fernando Haddad, pré-candidato ao governo paulista, deve conduzir a resolução entre Marina Silva e Márcio França pela segunda vaga ao Senado no campo progressista paulista, segundo Edinho. Haddad seria o responsável por compor uma chapa forte, sem obrigatoriedade de França ou Marina ocuparem a vice.
Edinho também ressaltou o apoio do PT à ex-deputada estadual Juliana Brizola, candidata ao governo do Rio Grande do Sul pelo PDT. O ex-presidente da Conab, Edegar Pretto, desistiu da disputa para apoiar Brizola. A liderança petista justificou a decisão pela necessidade de unidade do campo democrático no estado para fortalecer a candidatura de Lula.
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