- A pesquisa Datafolha aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula em cenário de segundo turno.
- Aliados próximos ao petista dizem que o presidente não entende a estagnação e tende a responsabilizar terceiros pela situação.
- Críticas recaem sobre a área de comunicação, com o secretário Sidônio Palmeira alvo de contestação em recente reunião ministerial.
- Estratégias mencionadas incluem Lula falar sobre temas específicos, como o Pix, para tentar melhorar a imagem.
- Também houve menção à contratação de influenciadores e de um possível novo marqueteiro, sem afastar Sidônio Palmeira do cargo.
O datafolha divulgado neste sábado aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula em um eventual segundo turno, em uma leitura que preocupa o Palácio do Planalto. A pesquisa mostra o cenário político sem mudanças drásticas nas lideranças de ambos os lados.
Segundo informações debatidas no programa Agora CNN, fontes próximas ao PT afirmam que Lula não entende a estagnação de sua popularidade nas pesquisas. A leitura é de que o presidente tende a responsabilizar terceiros pela queda no desempenho eleitoral.
A CNN destaca que, na avaliação de analistas, é comum no atual governo deslocar a responsabilidade pela estagnação para a área de comunicação. O atual secretário de Comunicação, Sidônio Palmeira, tem sido alvo de críticas públicas em diferentes ocasiões.
Estratégias para reverter o quadro
Recentes eventos foram citados como indicativos de medidas para mudar o quadro. Sidônio Palmeira teria orientado Lula a abordar temas específicos, como o Pix, para tentar melhorar a imagem pública.
Outra frente mencionada é a possível contratação de influenciadores, atores e atrizes para aumentar a identificação do eleitorado com projetos do governo. A ideia é ampliar o alcance de mensagens oficiais.
A reportagem aponta que, mesmo com críticas internas, não há indicação de afastamento de Sidônio Palmeira. O tempo de mandato pode influenciar decisões sobre mudanças na equipe de comunicação.
Há também a possibilidade de contratar um novo marqueteiro para auxiliar na comunicação governamental, segundo as fontes, diante da percepção de que Lula não entende plenamente o motivo da estagnação nas pesquisas.
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