- Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin no governo de Jair Bolsonaro e ex-deputado federal pelo PL, foi condenado a 16 anos de prisão por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado e à violação do Estado Democrático de Direito.
- Ele foi preso pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos EUA (ICE), que o mantém sob custódia.
- Em vídeo divulgado em novembro de 2025, Ramagem afirmou que está em solo norte-americano “em segurança” e que contou com a anuência do governo dos Estados Unidos.
- Segundo ele, a família foi trazida para a proteção e ele descreveu a situação como uma perseguição grave, dizendo que só tomaria ciência dos motivos com o tempo.
- Em outubro de 2025, Ramagem fugiu do Brasil com um passaporte diplomático, atravessando pela Guiana; a operação contou com a participação de um grupo de indivíduos, incluindo o filho de um garimpeiro, que foi preso.
Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin no governo de Jair Bolsonaro, foi condenado no ano passado a 16 anos de prisão por crimes relacionados à tentativa de golpe e à violação do Estado Democrático de Direito. A condenação foi decretada pela Justiça brasileira e envolve acusações de condutas que visavam desestabilizar o ordenamento democrático.
Ramagem está preso nos Estados Unidos, conforme informações do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE). A prisão ocorreu após a expulsão de Ramagem para território norte-americano, onde ele permanece detido. O ex-parlamentar já havia fugido do Brasil em outubro de 2025, segundo a Polícia Federal.
De acordo com o registro policial, Ramagem deixou o país pela Guiana, sem passar por pontos de fiscalização, com o apoio de um grupo de indivíduos. Entre os envolvidos, estaria o filho de um garimpeiro, que foi preso durante a operação de fuga.
Em vídeo divulgado em novembro de 2025, Ramagem afirmou estar em território americano “em segurança” e mencionou a anuência do governo dos EUA. Ele negou ser foragido e afirmou que a família foi trazida para proteção, alegando que a perseguição contra ele seria grave.
No Brasil, a direção da PF informou que foi aberto processo para acompanhar a situação e verificar eventuais irregularidades associadas à fuga. A Justiça brasileira mantém as ações contra Ramagem, incluindo as consequências da condenação proferida anteriormente.
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