- IBGE promoveu, de 13 a 15 de abril, o Workshop de Experiências de Censos de População em Situação de Rua, para debater o Censo Nacional da População em Situação de Rua no Brasil.
- O encontro reuniu representantes do poder público, universidades, movimentos sociais e organismos internacionais, com mesas de debates e apresentações de casos nacionais e locais.
- Participaram
- Marcio Pochmann (presidente do IBGE), Malu Burgareli Gama (MDHC), Lilian Silva Gonçalves (MS), Micheline Cunegundes (OIM/ONU), além de membros do CIAMP-RUA, entre outros.
- Destaques do evento incluem a defesa de dados precisos para políticas públicas e a necessidade de uma metodologia transversal e própria para o censo, conforme falas de autoridades do IBGE e do governo.
- O encerramento da abertura enfatizou que, apenas com cooperação de instituições e movimentos, será possível entregar ao país o primeiro Censo Nacional da População em Situação de Rua.
O IBGE promove entre 13 e 15 de abril o Workshop de Experiências de Censos de População em Situação de Rua. O objetivo é debater desafios e boas práticas para a construção do Censo Nacional da População em Situação de Rua no Brasil.
O Coral da Rua abriu as atividades em auditório lotado, com repertório de Alceu Valença, Milton Nascimento e Elis Regina. O grupo é organizado pela Arquidiocese do Rio de Janeiro.
A mesa de abertura contou com a mediação do IBGE e contribuições de especialistas da Fundação Oswaldo Cruz, Ipea, MDHC, MS e do CIAMP-RUA. Participaram também representantes de movimentos sociais.
Participação institucional e metas do censo
O presidente do IBGE, Marcio Pochmann, ressaltou que o projeto nasce da mobilização social e visa subsidiar políticas públicas. Ele mencionou a capilaridade da operação.
Malu Burgareli Gama, do MDHC, destacou a necessidade de dados precisos para formulação de políticas; Lilian Silva Gonçalves, do MS, afirmou que estimativas costumam subestimar a população em rua.
Micheline Cunegundes, da OIM, mencionou a parceria com o IBGE para troca de conhecimentos e apoio à coleta de informações já iniciada, incluindo ações com venezuelanos.
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