- O senador Ronaldo Caiado, pré-candidato à Presidência, disse que a dosimetria é um assunto “superado” entre ele e o governador Eduardo Leite.
- Leite publicou uma carta defendendo que a pacificação nacional não será alcançada com anistia ampla aos envolvidos em ataques à democracia.
- Caiado afirmou que cada um tem seu estilo de tratar o tema e que a diferença não gera desentendimento entre eles.
- Para Caiado, o assunto deve ser encerrado rapidamente, com o Brasil deixando a discussão para trás a partir de janeiro.
- Leite pontuou que existem caminhos a serem debatidos para a pacificação, o que difere da posição de Caiado sobre encerramento imediato.
Na semana passada, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), enviou uma carta a Ronaldo Caiado (PSD) pedindo uma visão sobre temas relevantes para a campanha à Presidência. Entre os assuntos, Leite afirmou que a pacificação nacional não será alcançada com anistia ampla aos envolvidos em ataques à democracia.
Nesta terça-feira (14), Caiado afirmou que a dosimetria é um tema superado entre ele e Leite. A declaração foi feita durante entrevista após um evento em São Paulo. Segundo Caiado, as divergências não provocam desentendimentos, cada um com um método diferente.
Caiado reforçou que já houve discordâncias sobre estratégias, mas assegurou que não há atrito entre as lideranças. O parlamentar diz que cada um opera de forma distinta, sem que isso signifique erro de abordagem.
Leite, por sua vez, destacou em sua carta a necessidade de discutir a pacificação por meio de medidas que não envolvam anistia ampla. O tema tem sido alvo de debate entre apoiadores da candidatura de Caiado ao Planalto.
As avaliações de Caiado envolvem comparação entre estilos: ele defende encerramento definitivo da discussão sobre o tema em 1º de janeiro, segundo suas palavras. Leite propõe um processo de dosimetria com tratamento mais gradual, conforme disse.
Entre na conversa da comunidade