- O ministro do STF, Gilmar Mendes, comentou o relatório final da CPI da Pandemia em Brasília, nesta quarta-feira, 12.
- Mendes afirmou que o documento apresenta uma narrativa que busca criminalizar o ex-presidente Jair Bolsonaro e apoiadores, e que há muitos equívocos.
- Ele criticou a condução da CPI, dizendo que houve interesses políticos e que o relatório foi produzido de forma apressada.
- O ministro afirmou que o relatório não deve servir de base para ações judiciais contra pessoas que não tenham cometido crimes.
- Mendes reforçou que o papel do STF é garantir o Estado de Direito e não se envolver em questões políticas.
O ministro do STF Gilmar Mendes comentou nesta quarta-feira (12) sobre o relatório final da CPI da Pandemia, em Brasília, durante um evento público. Ele afirmou que o documento traz uma narrativa que busca criminalizar o ex-presidente Jair Bolsonaro e apoiadores, o que, segundo ele, não corresponde aos fatos.
Mendes disse ainda que o relatório contém muitos equívocos e não reflete a verdade. Ele criticou a condução da CPI, falando em interesses políticos e em uma produção apressada do texto final, sem análise aprofundada dos dados.
Pontos-chave
Para o ministro, o relatório não deve servir como base para ações judiciais contra pessoas que não tenham cometido crimes. Ele reforçou que o papel do STF é garantir o Estado de Direito e não se envolver em questões políticas.
Papel do STF
O ministro ressaltou que o STF não deve se omitir diante de assuntos políticos, mas manter a atuação estritamente constitucional. Mendes encerrou destacando a necessidade de responsabilidade institucional na forma de tratar fatos e evidências.
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