- Defesa do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, afirma que a prisão, realizada na quarta fase da Operação Compliance Zero, foi desnecessária.
- A PF cumpriu dois mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão no Distrito Federal e em São Paulo, investigando crimes financeiros, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
- A defesa sustenta que Costa não deu indícios de colocar em risco a instrução criminal, a ordem pública ou a aplicação da lei penal.
- A operação foi autorizada pelo ministro do STF André Mendonça, conforme blogs e veículos de imprensa, após apontar caminho de propina relacionado à venda do Master ao BRB por meio de imóveis.
- Além de Costa, o advogado Daniel Monteiro, que atuava para o Master, também foi alvo de mandado de prisão; a defesa de Monteiro não havia sido localizada até o momento.
A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira 16 o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, durante a quarta fase da Operação Compliance Zero. A ação ocorreu no Distrito Federal e em São Paulo, com dois mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão. Os investigadores apuram um esquema de lavagem de dinheiro ligado à suposta distribuição de vantagens indevidas. A investigação envolve crimes financeiros, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
A defesa sustenta que a prisão foi desnecessária, alegando que Costa não apresentou qualquer indicativo de que pudesse atrapalhar a instrução criminal ou a aplicação da lei penal. O advogado Cleber Lopes disse aos jornalistas que a avaliação inicial aponta para a desnecessidade da prisão, e informou que a defesa aguardará exame mais detalhado da decisão pelo custo social do ato.
Apuração e figured de envolvidos
Segundo apuração da PF, o caso envolve o pagamento de propina supostamente relacionada à venda do Banco Master ao BRB, por meio de aquisição de imóveis. A operação foi autorizada pelo ministro do STF André Mendonça, conforme reporta o veículo local que acompanha o caso. Além de Costa, o advogado Daniel Monteiro, ligado ao Master, também foi alvo de mandado de prisão; a defesa dele ainda não foi localizada.
Costa já havia sido alvo da primeira fase da Compliance Zero, em 2024, quando foi afastado do comando do BRB. A investigação atual busca esclarecer a possível ligação entre as operações do Master e a atuação de agentes públicos, bem como o fluxo financeiro envolvido no esquema. Com informações do Estado de S. Paulo.
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