- O governo federal, sob o presidente Lula, mudou a estratégia de comunicação para enfatizar o combate à corrupção, assumindo a paternidade de denúncias investigadas pela Polícia Federal.
- A entrevista coletiva convocada para esta quinta-feira, 16 de abril, contou com a cúpula da PF para tratar da quarta fase da Operação Compliance Zero, que prendeu Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB).
- A Secretaria de Comunicação Social (Secom) foi apontada como responsável pela organização do encontro, segundo o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva.
- O ministro afirmou que o objetivo é esclarecer as ações de combate a fraudes dentro da gestão atual, mantendo o rigor legal e sem “espetacularização” das informações.
- Participaram da coletiva o diretor-executivo da PF, William Murad, e o diretor de Combate ao Crime Organizado, Dennis Calli; o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, estava em viagem.
O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, convocou uma entrevista coletiva para falar sobre a quarta fase da Operação Compliance Zero. A ação resultou na prisão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. A coletiva contou com a cúpula da Polícia Federal.
Lima e Silva afirmou que o convite partiu da Secom, a Secretaria de Comunicação Social do governo. Ele disse que a divulgação ocorre dentro dos limites legais e sem espetacularização. O objetivo é esclarecer os fatos à imprensa.
A ação envolve investigações de corrupção e lavagem de dinheiro. A PF tem atuado no âmbito de um conjunto de ações para combater crimes financeiros na gestão pública. A prevenção é citada como prioridade pela gestão atual.
Detalhes da operação
Participaram da coletiva o diretor-executivo da PF, William Murad, e o diretor de Combate ao Crime Organizado, Dennis Calli. O diretor-geral Andrei Rodrigues está em viagem no exterior. Mantiveram o tom de panorama geral da quarta fase.
Segundo a PF, houve remoção de sigilo parcial em partes da operação. O foco permanece nos gestores públicos envolvidos e no esquema de lavagem de dinheiro vinculado aos atos de corrupção. O conteúdo permanece sob sigilo para certos investigadores.
O governo afirma que as investigações foram iniciadas nesta gestão, buscando responsabilizar figuras de alto escalão. O secretário Chico Lucas, da Segurança Pública, participou da defesa institucional das ações. O ministro disse que o combate é feito com independência da PF.
O governo também mencionou o debate sobre possíveis impactos eleitorais. Com as pesquisas apontando disputa entre Lula e Bolsonaro, a administração busca mostrar atuação firme no combate a fraudes. Não houve declarações sobre prisões adicionais ou desdobramentos imediatos.
Entre na conversa da comunidade