- A Polícia Federal prendeu Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, no apartamento dele, sob suspeita de envolvimento nas fraudes do Master, incluindo ocultação de seis imóveis recebidos como propina avaliados em R$ 146,5 milhões.
- O Governo do Distrito Federal e a Câmara Legislativa temem que os desdobramentos alcancem o ex-governador Ibaneis Rocha e influenciem a candidatura de Celina Leão ao governo do DF.
- Aliados do atual governo dizem que Costa sempre esteve distante do caso; Celina Leão afirmou estar tranquila e que a justiça precisa ser feita.
- A Câmara Legislativa autorizou, em 2025, a compra do Master pelo BRB, operação que não foi concluída devido ao veto do Banco Central.
O Governo do Distrito Federal (GDF) e a Câmara Legislativa ficaram em alerta após a prisão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, suspeito de envolvimento nas fraudes do que ficou conhecido como caso Master. A prisão integra a nova fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira.
No Buriti, avalia-se que os desdobramentos podem alcançar o ex-governador Ibaneis Rocha (MDB) e, até mesmo, impactar a candidatura de Celina Leão (PP) ao governo do DF. Parte de aliados teme efeitos eleitorais, enquanto outros afirmam que Celina está tranquila e aguarda a atuação da justiça.
Na Câmara Legislativa, a prisão de Paulo Henrique não surpreendeu; porém, há preocupação com o histórico de apoio à compra do Master pelo BRB, autorizado pelos deputados em 2025, mas não concluída devido a intervenção do Banco Central. O BRB já havia sinalizado a aquisição do Master em 2025, com a operação travada pelo BC.
Paulo Henrique Costa foi preso pela PF no apartamento dele, no bairro noroeste de Brasília. A investigação aponta ocultação de seis imóveis recebidos como propina de Daniel Vorcaro, avaliados em cerca de 146,5 milhões de reais, como parte das suspeitas ligadas ao Master.
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