- O ministro José Guimarães afirmou que as medidas já anunciadas para reduzir o impacto da guerra do Irã nos combustíveis são insuficientes, e o governo deve anunciar novas ações em breve.
- Entre as possibilidades, ele citou a hipótese de subsídio voltado à gasolina.
- Guimarães informou que os ministros da Fazenda, Planejamento e Casa Civil estão cientes e que novas medidas devem sair em breve.
- O ministro disse que o governo não vai transferir o peso da guerra para o consumidor e que o conflito está afetando a economia mundial.
- Sobre endividamento, Guimarães afirmou que, se for necessário para salvar a economia popular, o governo pode aumentar o endividamento, desde que haja responsabilidade fiscal.
O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, disse que as medidas anunciadas até agora pelo governo para reduzir o impacto da guerra do Irã nos combustíveis são insuficientes. Em entrevista nesta quinta-feira, ele afirmou que novas ações devem ser anunciadas em breve.
Guimarães apontou que o governo avalia medidas voltadas à gasolina, com a possibilidade de subsídio. Ele destacou que o grupo de ministros da Fazenda, Planejamento e Casa Civil acompanha o tema e que novas medidas podem surgir em breve.
O ministro afirmou que o objetivo é evitar que o custo da guerra seja repassado ao consumidor. Segundo ele, o problema não é apenas do governo, mas da economia global diante do conflito.
Guimarães também disse acreditar na duração inicial de dois meses para o conflito. As ações devem considerar esse prazo, buscando mitigar impactos sem responsabilizar a população pela situação externa.
Endividamento do país
Segundo a reportagem, Guimarães comentou que, se for necessário aumentar o endividamento para proteger a economia popular, o governo deverá fazê-lo, mantendo equilíbrio entre responsabilidade fiscal e social.
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