- José Guimarães, novo ministro da articulação política, disse ser radicalmente contrário a medidas do Planalto para socorrer o BRB, mesmo diante do rombo ligado ao Banco Master.
- A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, criticou a falta de resposta do governo federal ao pedido de ajuda para o BRB.
- Celina afirmou que já pediram ajuda e agendas, mas não houve sinal de boa vontade para intervir.
- O Governo do Distrito Federal tem conversado sobre a crise com autoridades federais, incluindo o ministro da Fazenda e o presidente do Banco Central.
- O BRB busca soluções emergenciais para recompor o patrimônio após o rombo bilionário; o ex-presidente Paulo Henrique Costa foi preso por suspeita de propina.
O novo ministro da Articulação Política, José Guimarães, afirmou ser contrário a medidas do Palácio do Planalto para socorrer o BRB. A declaração ocorreu na manhã de 16/4, em Brasília, durante conversa com jornalistas. O governo diz manter relação institucional com estados, independentemente de orientação partidária.
Na véspera, 15/4, a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, criticou a ausência de resposta federal sobre o pedido de ajuda para equilibrar as finanças do BRB. Ela informou que já houve solicitações formais, sem sinal de boa vontade até o momento.
Celina Leão tem buscado soluções com autoridades do governo federal. Ela já conversou com o ministro da Fazenda e com o presidente do Banco Central para tratar do tema e encontrar caminhos para recompor o patrimônio do BRB.
Desdobramentos
O BrB enfrenta rombo bilionário relacionado a operações com ativos do Banco Master. A instituição tem buscado alternativas emergenciais para recompor o capital e manter a operação estável.
Nesta quinta, o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, foi preso pela Polícia Federal. A operação apura eventual recebimento de propina ligada ao banco chefiado por Daniel Vorcaro.
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