- A Polícia Federal investiga um suposto esquema de fraude envolvendo o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, preso na operação Compliance Zero.
- Costa teria recebido seis imóveis de luxo como propina, vinculados a empresas de prateleira registradas no mesmo endereço com capital inicial de R$ 500.
- As empresas teriam sido usadas para ocultar a titularidade dos bens, avaliados em R$ 146,5 milhões.
- Segundo a PF, Suaki atuava como operador “fictício” das empresas na criação da estrutura societária destinada à aquisição e ocultação dos bens.
A Polícia Federal investiga um possível esquema de fraude financeira envolvendo o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. Costa foi preso na operação Compliance Zero, que apura a ocultação e aquisição de bens de alto valor por meio de empresas de fachada.
Segundo a PF, Costa teria recebido seis imóveis de luxo como propina, associados a empresas de prateleira registradas no mesmo endereço com capital inicial de R$ 500. Essas companhias seriam utilizadas para ocultar a titularidade dos bens, avaliados em R$ 146,5 milhões.
A investigação aponta Suaki como operador “fictício” das empresas utilizadas para estruturar a aquisição e ocultação dos imóveis. A defesa de Costa afirmou que a prisão do ex-dirigente do banco não teve justificativa apresentada no material enviado pela defesa.
Detalhes operacionais e próximos passos
- A ação ocorreu no âmbito da operação Compliance Zero, coordenada pela Polícia Federal.
- Ainda não há confirmação de novas detenções ou de desdobramentos sobre a titularidade dos imóveis.
- A PF segue analisando documentos e registros societários para esclarecer vínculos entre as empresas, Suaki e os bens avaliados.
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