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PF apreende celular de ex-presidente do BRB

PF apreende celular de ex-presidente do BRB na quarta fase da Operação Compliance Zero, visando novas ligações no escândalo da compra do Master pelo BRB

Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB | Divulgação/Rafael Lavenere/BRB
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  • A Polícia Federal apreendeu o celular do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, na quarta fase da Operação Compliance Zero.
  • A ação visa esclarecer novas conexões no escândalo envolvendo a tentativa de compra do Master pelo BRB.
  • A apreensão pode ajudar a verificar possível envolvimento do ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, na operação.
  • Costa já entregou outro celular e um notebook em acareação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e um diretor do Banco Central; o aparelho apreendido agora é diferente.
  • A menção a Ibaneis aparece apenas em diálogos citados na decisão do ministro André Mendonça, extraídos do celular de Vorcaro; Ibaneis afirmou não ver irregularidades no trecho e disse não conhecer o processo, que corre em sigilo.

A Polícia Federal apreendeu o celular do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa na quarta fase da Operação Compliance Zero. A ação busca esclarecer novas conexões envolvendo o esquema relacionado à tentativa de compra do Master pelo BRB.

Além da apreensão do telefone, a PF já havia registrado a entrega de outro aparelho e de um notebook pelo ex-executivo, em acareação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e com um diretor do Banco Central. Na ocasião, Costa declarou que entregava os dispositivos em sinal de boa vontade.

A investigação mira entender se houve participação de outras pessoas no escândalo, incluindo possíveis vínculos com o então governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha. A PF já citou diálogos envolvendo Vorcaro e o governador em documentos vinculados à operação.

Novas informações em análise

Até o momento, a PF não confirmou o conteúdo completo das mensagens apreendidas nem quais agentes ou instituições podem ter se fracturado com os diálogos. A defesa de Costa informou que não comentaria o caso. Ibaneis Rocha afirmou não ter conhecimento sobre o processo, alegando sigilo e direito de atuação como acionista majoritário.

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