- PT do Rio Grande do Sul anunciou que ocupará o espaço de vice na chapa encabeçada pela ex-deputada Juliana Brizola (PDT) no governo estadual, após retirar candidatura própria na semana passada.
- A confirmação foi feita por meio de carta aberta do ex-deputado Edegar Pretto (PT), que era o nome petista cogitado para a disputa.
- A chapa também terá Paulo Pimenta (PT) e Manuela D’Ávila (PSOL) na disputa ao Senado, formando uma frente de seis partidos: PDT, PT, PCdoB, PV, PSB e PSOL.
- O objetivo é fortalecer uma frente de esquerda contra a direita, que lidera as pesquisas com o deputado Luciano Zucco (PL-RS) concorrendo ao governo.
- Zucco, ao comentar a decisão do PT, afirmou em rede social que nem os petistas acreditam nas propostas do PT para o Rio Grande do Sul.
Após a retirada da candidatura própria na semana passada, o PT do Rio Grande do Sul anunciou que ocupará o espaço de vice na chapa encabeçada pela ex-deputada Juliana Brizola (PDT) na disputa pelo governo estadual.
A confirmação veio por meio de uma carta aberta do ex-deputado Edegar Pretto (PT), que era o nome petista previamente indicado para a disputa. Pretto afirma ter aceitado a função de vice-governador na chapa com Brizola, mantendo suas convicções.
A chapa, que busca somar forças da esquerda, reúne ainda Paulo Pimenta (PT) e Manuela D’Ávila (PSOL) para o Senado, com apoio de PDT, PT, PCdoB, PV, PSB e PSOL. O objetivo é enfrentar a candidatura de Luciano Zucco (PL) e à frente de uma direita já bem estruturada no estado.
Zucco reagiu à decisão, criticando o movimento e sugerindo descrédito nas propostas do PT para o RS. A direção da coligação vê a formação como uma alternativa para fortalecer uma frente unificada contra o bloco de oposição nas pesquisas.
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