- Douglas Ruas (PL-RJ) foi eleito presidente da Alerj em 17, sendo candidato único após a retirada de Vitor Junior (PDT).
- Vitor Junior abriu mão da candidatura, deixando Ruas como único concorrente ao cargo.
- Na quinta-feira, a Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido do PDT para voto secreto na eleição.
- O PDT informou que, se o voto fosse aberto, a frente com MDB, Podemos, PT, PSB, Cidadania, PCdoB e PV retiraria os deputados do plenário; o cenário ocorreu.
- Júnior era apoiado pelo ex-prefeito Eduardo Paes; Ruas tem ligação com o ex-governador cassado Cláudio Castro.
Em meio a uma eleição com apenas um candidato, Douglas Ruas (PL-RJ) foi eleito presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Ruas assumiu após a retirada de candidatura de Vitor Junior (PDT). Não houve eleição paralela.
A decisão ocorreu na noite de terça-feira, quando a Justiça do Rio negou o pedido do PDT pela votação secreta. O PDT, aliado a uma frente com MDB, Podemos, PT, PSB, Cidadania, PCdoB e PV, havia defendido voto secreto.
Vitor Junior era apoiado pelo ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), pré-candidato ao governo do estado. Já Douglas Ruas tem ligação com o ex-governador cassado Cláudio Castro, o que centralizou o alinhamento regional na disputa pela presidência da Alerj.
Desdobramentos do voto
A frente aliou-se a deputados de várias siglas para manter a votação aberta, conforme a decisão judicial. A retirada de Vitor Junior encerrou a possibilidade de uma eleição concorrida, consolidando Ruas como único concorrente.
Com a escolha, Ruas passa a comandar as sessões da Alerj, definindo pautas e recomendações para o funcionamento da casa. O desfecho evita embates internos que teriam sido travados por uma disputa com voto aberto.
Entre na conversa da comunidade