- A polícia de São Paulo encontrou um imóvel onde eram produzidas centenas de placas falsas para veículos, em um galpão com letras de metal, placas em branco e 107 prontas para instalação.
- Na operação, foi preso um homem, e foram apreendidos 22 quilos de cocaína e caixas com R$ 131 mil em dinheiro.
- A descoberta ocorreu no mesmo período em que uma comissão da Câmara aprovou proposta para voltar a exigir o nome da cidade e do estado nas placas.
- A medida visa facilitar a fiscalização e impor sanções administrativas com base na origem do veículo.
- Especialistas apontam que impressoras em 3D têm favorecido a falsificação de placas, beneficiando criminosos e motoristas que tentam evitar multas.
Em São Paulo, a polícia identificou um imóvel usado para fabricar placas falsas de veículos. O flagrante ocorreu na mesma semana em que uma comissão do Congresso aprovou proposta para colocar o nome da cidade e do estado nas placas, ampliando a fiscalização.
No galpão, foram encontradas letras de metal para gravação, placas em branco prontas para falsificação e 107 unidades já prontas para instalação. Também havia caixas com R$ 131 mil em dinheiro e 22 quilos de cocaína. Um homem foi preso na operação.
Especialistas apontam que impressoras 3D têm facilitado a falsificação de placas, com uso por criminosos e motoristas que buscam evitar multas. A tecnologia reduz custos e aumenta a rapidez da produção.
Conexão com propostas no Congresso
A proposta em análise na Câmara mira resgatar a indicação de cidade e estado na identificação do veículo. O objetivo, segundo o estudo, é facilitar fiscalização e determinar a origem do veículo para sanções administrativas mais precisas.
A medida ainda depende de votação no Senado e eventual aprovação presidencial. Autoridades ressaltam que a mudança pode ampliar a identificação e a fiscalização de veículos em todo o país, especialmente em áreas de fronteira.
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