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PT liga Master a Flávio após prisão do ex-presidente do BRB

PT associa o caso Banco Master a Flávio Bolsonaro após prisão do ex-presidente do BRB, destacando possível relação entre a transação e o político

Vídeo publicado pelo PT relaciona o financiamento da mansão de R$ 6 milhões comprada por Flávio Bolsonaro em 2021 à época em que Paulo Henrique Costa era presidente do BRB
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  • O PT usou o perfil no X em 16 de abril de 2026 para associar o caso do Banco Master a Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência.
  • O vídeo, que cita reportagens da CBN, CNN Brasil e SBT, relaciona a mansão de R$ 6 milhões comprada por Flávio em 2021 ao período em que Costa era presidente do BRB.
  • Na época, Flávio pagou R$ 2,87 milhões à vista pelo imóvel, e os R$ 3,1 milhões restantes foram financiados em 360 meses pelo BRB, com juros nominais de 3,65% ao ano.
  • Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, foi preso pela Polícia Federal em 16 de abril de 2026 e é investigado por descumprimento de governança e recebimento de vantagens para facilitar transações e carteiras de crédito do Master.
  • O BRB, controlado pelo governo do Distrito Federal, figura como protagonista das apurações, relacionadas à compra do Master para evitar a quebra da instituição, apesar de ter sido vetada pelo Banco Central.

O PT compartilhou um vídeo no X na quinta-feira, 16 de abril de 2026, ligando o caso do Banco Master ao senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência pelo PL. A postagem ocorreu após a prisão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

Na legenda, o partido escreveu: Banco Master e Flávio Bolsonaro: um negócio de família. O material mostra trechos de reportagens que conectam o financiamento da mansão de 6 milhões de reais adquirida por Flávio em 2021, quando Costa comandava o BRB.

Costa foi preso pela Polícia Federal na quinta-feira, sob suspeitas de descumprir práticas de governança e de facilitar transações para o Master. A investigação envolve o BRB, estatal do Distrito Federal, como parte do cenário de aquisição da instituição privada pelo grupo Master.

O BRB, controlado pelo governo do DF, foi alvo de questionamentos por uma operação para evitar a quebra do Master. A transação contou com a participação de Costa, que deixou o cargo em 2025 por decisão judicial. Ibaneis Rocha, então governador, o indicou para a chefia do banco em 2019.

Contexto e desdobramentos

A PF aponta que a gestão do BRB pode ter facilitado negócios ligados ao Master, sob avaliação de governança e possíveis vantagens indevidas. O caso envolve ainda o empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Master.

O Banco Central vetou a aquisição do Master em função de inviabilidade econômico-financeira, o que motivou o interesse público sobre o papel do BRB no negócio. A prisão de Costa acende o debate sobre responsabilidades de gestores públicos em operações financeiras.

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