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Brasil tem o 3º menor preço de cigarro na América do Sul

Brasil mantém o 3º menor preço de cigarro na América do Sul, com preço mínimo de R$ 7,50 em 2026, e governo aumenta tributos para conter consumo

País só fica atrás de Paraguai e Bolívia
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  • O Brasil tem o terceiro menor preço de cigarro na América do Sul, apesar do maço ter aumentado de R$ 6,50 para R$ 7,50 em 2026.
  • O reajuste foi definido por decreto e integra a política de controle do tabaco, que inclui elevação de preços e tributos para reduzir o consumo.
  • Dados da OMS apontam preço médio do maço no Brasil em US$ 1,32; Paraguay (US$ 0,46) e Bolívia (US$ 1,09) são mais baratos, enquanto o Equador é mais caro (US$ 6,00).
  • O aumento de impostos faz parte da estratégia para desestimular o consumo, especialmente entre jovens, e visa também ampliar a arrecadação para compensar custos de políticas energéticas.
  • O tabagismo causa cerca de 177 mil mortes por ano no país e gera gastos do sistema público de saúde estimados em aproximadamente R$ 98 bilhões anuais, com impacto econômico total acima de R$ 150 bilhões por ano.

O Brasil tem o terceiro menor preço de cigarro da América do Sul, mesmo com a alta recente. O maço passou de R$ 6,50 para R$ 7,50 em 2026, conforme decreto federal. A medida faz parte da política de controle do tabagismo.

A elevação objetiva reduzir o consumo, associada a maior tributação. Dados oficiais indicam que o preço mínimo atualizado visa reforçar arrecadação e equilibrar custos de política energética, como subsídios a combustíveis.

Segundo a OMS, o preço médio do maço no Brasil é de US$ 1,32. O país fica atrás apenas de Paraguai (US$ 0,46) e Bolívia (US$ 1,09; Japão? não aplicável). O Equador registra o preço mais alto, US$ 6,00.

Pelo governo, a atualização acompanha a tendência de endurecimento de políticas de saúde pública. Em décadas anteriores, impostos e preços altos contribuíram para queda no consumo, conforme o INCA.

Nos últimos anos, os reajustes ficaram interrompidos; o preço mínimo permaneceu em R$ 5 entre 2017 e 2023, subiu para R$ 6,50 em 2024 e chegou a R$ 7,50 neste ano.

A atuação também busca compensar custos ligados à saúde pública. Estima-se que o tabagismo gere cerca de 177 mil mortes anuais e gastos de aproximadamente R$ 98 bilhões ao sistema único de saúde.

Economia total do tabagismo, incluindo perda de produtividade, supera os R$ 150 bilhões por ano, aponta o g1. O tema é alvo de debate sobre impostos seletivos na reforma tributária.

A medida enfatiza o uso de preços altos como principal instrumento de prevenção. Especialistas afirmam que a política deve ser mantida para reduzir o consumo, principalmente entre jovens.

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