- Kiko Caputo, ex-presidente da OAB-DF e pré-candidato do Novo ao GDF, participou do CB.Poder para comentar a crise do BRB e do Banco Master e apresentar propostas para o governo.
- Ele classifica o episódio como o maior escândalo financeiro do Brasil e do Distrito Federal e cobra transparência para medir o tamanho do rombo.
- Questiona a possibilidade de intervenção federal e afirma que não há balanço do BRB desde setembro do ano passado.
- Aponta responsabilidades políticas e crítica Ibaneis Rocha e o ex-presidente do BRB, alegando alertas do Banco Central que teriam sido ignorados.
- Define saúde como prioridade, e propõe melhorias na mobilidade com foco em transportes sobre trilhos e maior participação da iniciativa privada para o desenvolvimento das regiões administrativas.
O advogado Kiko Caputo, pré-candidato do Novo ao Governo do Distrito Federal, participa do programa CB.Poder, parceria entre Correio Braziliense e TV Brasília. Ele afirma buscar transparência como primeira medida para o DF.
Caputo aborda a crise envolvendo BRB e Banco Master, destacando a necessidade de saber o tamanho do rombo para propor soluções. Alega que a transparência deixou de existir na Câmara Distrital e no governo, colocando patrimônio público em risco.
Questionado sobre intervenção federal, o pré-candidato aponta que ainda não há balanço do BRB desde setembro do ano passado, o que impede apontar a melhor saída para a crise.
Crise do BRB e Master
Caputo sustenta que o DF ficou exposto a polêmicas nacionais, caracterizando a situação como um dos maiores escândalos financeiros do país. Ele critica a falta de clareza sobre a dimensão do problema.
Segundo ele, há identificação de responsáveis, mas afirma que ainda faltam consequências para quem teria dado ordens políticas para o negócio com o Master. Ele cita alertas do Banco Central sobre a operação.
O ex-presidente da OAB-DF afirma que Ibaneis Rocha teve participação na condução do assunto, contestando versões sobre desconhecimento. Há menções a declarações de envolvidos para sustentar a denúncia.
Motivação e propostas
Caputo diz ter decidido entrar na política por indignação com a gestão local e pela vontade de transformar Brasília. Ele lembra a trajetória na OAB-DF e diz buscar propostas para o DF com foco em ações concretas.
Ao falar de prioridade, o pré-candidato aponta a saúde pública como primeira ação. Propõe zerar a fila de cirurgias e exames, aproveitando a rede privada para acelerar diagnósticos.
Mobilidade e desenvolvimento regional
Sobre mobilidade, Caputo defende investimento em transporte sobre trilhos e ampliação do metrô, com melhoria na frequência e qualidade dos veículos. Ele critica a oferta de ônibus antigos e ineficientes.
Em relação ao desenvolvimento regional, o candidato enfatiza a parceria com a iniciativa privada. Acredita que o Estado deve induzir investimentos, mas a iniciativa privada precisa liderar os projetos.
Caputo afirma que, mesmo com um rombo estimado próximo a bilhões, é essencial fechar os gargalos da corrupção para liberar recursos para investimento público. Ele ressalta a necessidade de responsabilidade na gestão dos recursos do DF.
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