- Tatiana Alves Torres, ex-chefe da Polícia Federal em Minas, assume o posto do Brasil no ICE (Agência de Imigração e Alfândega dos EUA).
- A indicação a substitui um oficial acusado de “manipulação” pelo governo de Donald Trump.
- A mudança ocorre após episódio que levou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a falar em reciprocidade com os Estados Unidos.
- A matéria foi publicada em 21 de abril de 2026, às 13h10, com atualização de cerca de 23 minutos atrás.
- Tatiana é formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Tatiana Alves Torres, ex-chefe da Polícia Federal em Minas Gerais, assumiu o posto de representante do Brasil no ICE, o Immigration and Customs Enforcement dos EUA. A mudança chega após uma crise envolvendo a prisão de Ramagem.
A dirigente, formada pela UFMG, passa a atuar em território americano sob a supervisão de autoridades brasileiras e do governo dos Estados Unidos. A nomeação ocorre em meio a tensões diplomáticas recentes entre os dois países.
O ICE integra o Departamento de Segurança Interna dos EUA. A transição brasileira ocorre em um momento de recalibração institucional após episódios que levaram o governo brasileiro a comentar reciprocidade nas relações com Washington.
Segundo informações oficiais, a mudança visa fortalecer a coordenação bilateral em temas migratórios, de combate ao crime transnacional e cooperação institucional entre as respectivas forças. Detalhes operacionais não foram divulgados.
Tatiana Alves Torres substitui um oficial acusado de manipulação por autoridades dos EUA conforme reportado na época. O caso gerou repercussão política e influenciou o tom das relações entre Brasil e EUA neste período.
A nomeação reforça a presença brasileira em órgãos de atuação direta com migrantes e segurança fronteiriça. A atuação ocorre em caráter institucional, sem depoimentos ou posicionamentos pessoais, mantendo o foco na função diplomática e na cooperação entre os dois países.
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