- O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos autorizou a nomeação de 3.147 novos servidores aprovados no Concurso Público Nacional Unificado (CNU).
- As nomeações ocorrerão em 36 órgãos e entidades da Administração Pública Federal, para suprir carências de pessoal e modernizar o atendimento.
- O MGI será o principal beneficiado, com 1.250 vagas; o INSS receberá 300 profissionais.
- Outros setores com grandes convocações incluem comandos militares (361 vagas), agências reguladoras e setores de saúde (como INCA e INTO, totalizando quase 250 novos técnicos e especialistas).
- A autorização não garante nomeação imediata: o provimento depende de vaga existente na data da chamada e de orçamento disponível, devendo cada órgão publicar editais e acompanhar a documentação necessária.
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) publicou a Portaria MGI nº 3.356 autorizando a nomeação de 3.147 novos servidores aprovados no CNU (Concurso Público Nacional Unificado). A medida visa preencher vagas em 36 órgãos e entidades da Administração Federal.
Os novos profissionais vão atuar em setores estratégicos para o atendimento ao cidadão, como saúde, infraestrutura, regulação e previdência. A autorização não garante nomeação automática para todos, pois depende da existência de vagas e de orçamento disponível.
MGI e INSS lideram as convocações
O MGI será o órgão que mais receberá cargos, com 1.250 vagas. Em seguida, o INSS terá reforço de 300 profissionais.
Outros segmentos com números expressivos de nomeações incluem comandos militares (Aeronáutica, Exército e Marinha) com 361 vagas, e agências reguladoras como ANAC, ANATEL e ANM. Na saúde, institutos como INCA e INTO devem receber quase 250 técnicos e especialistas.
Próximos passos
Ainda conforme a portaria, o provimento depende da disponibilidade de vaga na data da chamada e da confirmação de orçamento pelos ordenadores de despesa de cada órgão. Cada uma das 36 instituições listadas deverá publicar editais próprios para convocação e documentação.
A decisão final de nomeação caberá aos órgãos, conforme orçamento e regras internas. A reportagem continua acompanhando a evolução do processo e os nomes que forem anunciados pelas instituições.
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