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Setor empresarial lança operação para adiar fim da escala 6×1

Governo apoia, CCJ aprova PEC para pôr fim à escala 6x1; setor empresarial busca adiar discussão até pós-eleições para evitar impactos econômicos

A (árdua) “operação segura PEC” do setor empresarial para adiar o fim da escala 6x1
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  • A Comissão de Constituição e Justiça aprovou a PEC que põe fim à escala de trabalho 6×1; agora há comissão especial para discutir o mérito antes do plenário.
  • O setor empresarial planeja adiar ao máximo a votação, buscando manter a proposta após as eleições.
  • O governo propõe uma nova escala, 5×2, sem redução salarial, com transição e prazo de tramitação de quarenta e cinco dias na Câmara e no Senado.
  • 175 entidades patronais assinaram manifesto pedindo mais tempo para debater o tema, citando impactos em custos e informalidade.
  • Caso passe na Câmara, a esperança é levar ao Senado, onde também há sinais de adiamento; empresários defendem transição longa, governo fala em transição de 90 dias, setores divergentes sobre o prazo.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou a PEC que encerra a escala de trabalho 6×1. O movimento busca favorecer a tramitação em comissões futuras, adiando o debate até após as eleições. A discussão seguirá para uma comissão especial antes do plenário.

O governo apoia a aceleração da agenda, mas entidades empresariais planejam postergar a análise. A estratégia é blindar o tema de pressões públicas e preservar espaço para negociação entre governo, trabalhadores e parlamentares.

Ao lado da PEC que extingue a escala atual, o governo propõe a alternativa 5×2, com redução de jornada para 40h semanais sem corte de salário. Governo projeta prazo de aprovação na Câmara até julho, com avaliação no Senado após as eleições.

175 entidades patronais assinaram manifesto pedindo tempo para estudar o tema com mais bases técnicas. O grupo argumenta que a supressão imediata da escala pode elevar custos, aumentar a informalidade e exigir contratações adicionais em diversos setores.

Em uma avaliação interna, deputados destacam que a transição precisa de planejamento para evitar impactos no emprego. O deputado Lucas Redecker defende uma discussão mais ampla na comissão especial, evitando custos não rateados para as empresas.

Mesmo com apoio de setores da base governista, o texto enfrenta resistência no empresariado, que teme consequências econômicas. Entidades como a Unecs alertam para vícios jurídicos e impactos negativos no ambiente de negócios.

A CCJ aprovou apenas a análise de constitucionalidade da PEC, abrindo caminho para a comissão especial. Se aprovada, a proposta segue para o plenário da Câmara e, posteriormente, para o Senado, onde também há sinais de adiamento.

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