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Valdemar encontra Eduardo nos EUA e aposta em André do Prado ao Senado

Divergências na direita paulista sobre a chapa ao Senado mantêm incerteza; Eduardo Bolsonaro pode definir apoio a André do Prado, com risco de fragmentação de votos

Valdemar Costa Neto se encontra com Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos para definir chapa da disputa pelo Senado em SP
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  • Valdemar Costa Neto diz estar confiante de que André do Prado será o candidato ao Senado por São Paulo; os dois se reuniram com Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos para definir a chapa e devem retornar ao Brasil na quinta-feira.
  • Eduardo Bolsonaro é cotado para a vaga; o grupo ainda precisa confirmar quem vai bater o martelo, com a maioria do PL sinalizando apoio a André, mas a decisão final cabendo a Eduardo.
  • A discussão na direita envolve divergências sobre a melhor estratégia para vencer em São Paulo, com temores de que três candidaturas ideológicas possam dividir votos da direita.
  • Guilherme Derrite, ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo, é apontado por Tarcísio de Freitas como nome mais sólido para a segunda vaga; o governador já disse que André tem apoio, mas não intervém diretamente na articulação.
  • Existem ataques internos sobre candidaturas; o coronel Ricardo Mello Araújo (PL) é indicado por Jair Bolsonaro como possível nome, e o deputado Ricardo Salles (Novo) afirma que continuará candidato ao Senado, apesar de pressão para desistir.

Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, afirmou nesta quarta-feira que está confiante na candidatura de André do Prado ao Senado por São Paulo. O encontro ocorreu no Texas, EUA, em companhia de Eduardo Bolsonaro, que também é cotado para a vaga. Eles devem retornar ao Brasil nesta quinta-feira.

A conversa teve como foco definir a chapa para o Senado paulista. Valdemar sinalizou que o apoio à candidatura de André já está consolidado entre o grupo, embora Eduardo Bolsonaro ainda tenha a palavra final sobre a chapa. A Amazônia estatal aguarda movimentações.

A divergência interna na direita sobre a melhor estratégia para a disputa aumenta a expectativa. Um grupo teme a fragmentação de votos caso surjam três candidaturas de perfil ideológico, o que poderia beneficiar a esquerda.

André do Prado já foi cogitado para preencher uma das vagas. O entrave envolve o fato de ele ser filiado ao PL, mas não integrar o núcleo mais próximo dos bolsonaristas. Há ainda a perspectiva dele concorrer como vice na chapa de Tarcísio de Freitas, o que não ocorreu.

Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, tem defendido a busca por um nome moderado para a segunda vaga. Mesmo assim, ele não pretende se envolver diretamente na articulação, deixando a decisão para Eduardo Bolsonaro.

Eduardo é visto como dono de uma das vagas, mas está no exterior desde o início de 2025. A possibilidade de campanha à distância também tem sido discutida entre aliados, enquanto Flávio Bolsonaro tem rejeitado essa opção.

Entre os candidatos potentes, Guilherme Derrite, do PP, aparece como alternativa consolidada para representar a direita. O governador Tarcísio mantém apoio a Derrite, apesar de a decisão final permanecer com Eduardo Bolsonaro.

A possibilidade de apoio a Ricardo Mello Araújo, atual vice-prefeito de São Paulo, também é citada entre bolsonaristas. Jair Bolsonaro é visto como favorável a esse nome por parte de alguns setores do movimento.

Em meio às disputas, surgem vozes que defendem a retirada de candidaturas para evitar a fragmentação de votos. O deputado Ricardo Salles, do Novo, tem recebido pressão para reconsiderar a candidatura ao Senado e buscar a reeleição.

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